Olimpíadas

O sonho olímpico de Aguerre

 

 

International Surfing Association batalha para transformar o surf em esporte olímpico. Foto: Covered Images.

Nos últimos anos o Comitê Olímpico Internacional (COI) evoluiu consideravelmente a forma de enxergar os chamados esportes radicais dentro dos Jogos Olímpicos. Essa nova visão também inclui o surf.

 

O efeito positivo da inclusão do snowboarding nas Olimpíadas de Inverno foi um bom sinal para o movimento olímpico. Um exemplo dessa evolução positiva foi a inclusão do BMX (bicicross) nos Jogos de Pequim.

 

Neste momento, vários setores do mundo esportivo, se mostram abertos a possibilidade da inclusão do surf nas Olimpíadas.

 

Essa evolução veio porque nosso esporte goza de uma boa estrutura de federação internacional reconhecida pelo COI, com um grande número de federações nacionais filiadas.

 

O mais importante é o fato que o COI reconhece que ?a árvore olímpica deve ser podada?, ou seja, tirando alguns esportes que já não são tão relevantes, abrindo espaço para novas modalidades. Caso contrário, a árvore inteira pode tornar-se menos relevante e vital.

 

Para obter mais informações, visite o site da ISA.

 

Michelle des Bouillons desceu uma onda de quase 25 metros em Nazaré e pode entrar para a história como a mulher que surfou a maior de todos os tempos. Em entrevista exclusiva ao Waves, ela conta como chegou até aqui.

De Bells Beach a Raglan, Brasil vive quatro etapas de domínio histórico: vitórias, finais, nota 10 e os quatro primeiros do ranking mundial com a mesma bandeira.

Maior onda já surfada por uma mulher no Brasil é registrada por Michaela Fregonese durante swell histórico em Jaguaruna (SC)

Doutor Guilherme Vieira Lima, explica como a estabilidade do core define a potência das manobras e protege o corpo de lesões crônicas.