Fábio Silva

O retorno da fera

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Depois de uma longa fase de recuperação para o tratamento de uma trombose venosa, Fábio Silva está de volta e com a mesma radicalidade de sempre. Foto: Raimundo Cavalcante.

 

“O mestre voltou”, é o que nós surfistas escutamos diariamente nas rodas de amigos e no mar em todo o Brasil. Toda a comunidade do surfe e seus simpatizantes estão muito felizes com o retorno de Fabio Silva ao esporte. Fabinho ficou exatamente cinco meses sem surfar fazendo tratamento de uma trombose venosa sofrida em setembro de 2015, em Fortaleza (CE).

O cearense voltou focado e com mais cuidados com seu corpo e saúde, fazendo exercícios diariamente e com uma alimentação balanceada. Ele garante que está 100% e apto a surfar. Fabinho tem projetos para 2016. Irá competir alguns eventos no Brasil e administrar, junto com sua esposa Liane Ruth, uma escolinha de surfe no Titanzinho, local onde mora e onde começou sua carreira.

 

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Fabinho executando um aéreo rodando de “rebolo”, uma de suas marcas registradas. Foto: Raimundo Cavalcante.

 

Amigos de longa data como Raimundo Cavalcante, Aldemir Calunga, Petrônio Tavares, João Carlos Fera, entre outros, ficaram muito felizes em saber que Fábio Silva voltou a fazer o que mais ama, que é surfar e desfrutar o amor da sua família e dos amigos. Eu, como amigo e fã de Fabinho, só tenho a agradecer a Deus por ele estar alegre, feliz e, a cada onda surfada por ele, escutar “aaaaffalawww! Obrigado, Senhor!”, expressão que ele solta depois de cada onda.

Um big aloha pra todos e quem sabe você, internauta do Waves, encontre Fabinho por aí executando sua manobra favorita, aéreo rodando de “rebolo”!

Michelle des Bouillons desceu uma onda de quase 25 metros em Nazaré e pode entrar para a história como a mulher que surfou a maior de todos os tempos. Em entrevista exclusiva ao Waves, ela conta como chegou até aqui.

De Bells Beach a Raglan, Brasil vive quatro etapas de domínio histórico: vitórias, finais, nota 10 e os quatro primeiros do ranking mundial com a mesma bandeira.

Maior onda já surfada por uma mulher no Brasil é registrada por Michaela Fregonese durante swell histórico em Jaguaruna (SC)

Doutor Guilherme Vieira Lima, explica como a estabilidade do core define a potência das manobras e protege o corpo de lesões crônicas.