Sob encomenda

Natureza descreve a fissura do foguete

O guarujaense Márcio Natureza fissurado com o ‘brinquedo’ shapeado por Luiz Black. Foto: Arquivo Pessoal.

Qualquer fissurado por surf sonha com a chegada de sua prancha mágica encomendada, mas o pior momento é a espera pelo foguete. O processo é moroso, aumenta a ansiedade e a impaciência, mas não tem jeito, temos que aguardar na fila.

 

Neste período eu fico igual a uma criança em véspera de Natal, doido para o presente chegar logo. O ruim é que, muitas vezes, a chegada das pranchas não conspira com a chegada do swell.

 

Tipo lei de Murphy, manja, mas isso não tira os méritos dos shapers, pois quem conhece sabe que não é fácil realizar a arte de fazer pranchas de surf.

 

O demorado processo começa pelo shaper, é ele quem desenha e dá forma a prancha. Depois vem o glasser, que desenvolve a cobertura com tecidos de fibra e resina. Na sequência temos o send man, que lixa e finaliza, dando o acabamento da prancha. Isso sem esquecer ainda do artista que faz as pinturas e desenvolve todo o visual.

 

Quase todo dia surgem novos talentos na arte da fabricação, em sua maioria, crias de uma safra que fez e ainda faz a cabeça de muita gente, fabricando foguetes modernos, com altas curvas, modelos e design.

 

Sou muito grato por termos profissionais tão dedicados, que de uma forma ou de outra, conseguem nos trazer tanta alegria. Prefiro nem pensar o que seria de nós surfistas sem as nossas pranchas. Bom, agora vou curtir e surfar com as melhores pranchas da minha vida.

 

Obrigado aos meus patrocinadores (Hoven, Rubber Sticky e Future Finsque) que contribuem para que eu possa praticar o esporte que mais amo na vida.

 

Para obter mais informações sobre as pranchas Surform, do shaper Luiz Black, entre em contato pelo telefone (0xx13) 3272-5707.

 

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De Bells Beach a Raglan, Brasil vive quatro etapas de domínio histórico: vitórias, finais, nota 10 e os quatro primeiros do ranking mundial com a mesma bandeira.

Maior onda já surfada por uma mulher no Brasil é registrada por Michaela Fregonese durante swell histórico em Jaguaruna (SC)

Doutor Guilherme Vieira Lima, explica como a estabilidade do core define a potência das manobras e protege o corpo de lesões crônicas.