Qualquer fissurado por surf sonha com a chegada de sua prancha mágica encomendada, mas o pior momento é a espera pelo foguete. O processo é moroso, aumenta a ansiedade e a impaciência, mas não tem jeito, temos que aguardar na fila.
Neste período eu fico igual a uma criança em véspera de Natal, doido para o presente chegar logo. O ruim é que, muitas vezes, a chegada das pranchas não conspira com a chegada do swell.
Tipo lei de Murphy, manja, mas isso não tira os méritos dos shapers, pois quem conhece sabe que não é fácil realizar a arte de fazer pranchas de surf.
O demorado processo começa pelo shaper, é ele quem desenha e dá forma a prancha. Depois vem o glasser, que desenvolve a cobertura com tecidos de fibra e resina. Na sequência temos o send man, que lixa e finaliza, dando o acabamento da prancha. Isso sem esquecer ainda do artista que faz as pinturas e desenvolve todo o visual.
Quase todo dia surgem novos talentos na arte da fabricação, em sua maioria, crias de uma safra que fez e ainda faz a cabeça de muita gente, fabricando foguetes modernos, com altas curvas, modelos e design.
Sou muito grato por termos profissionais tão dedicados, que de uma forma ou de outra, conseguem nos trazer tanta alegria. Prefiro nem pensar o que seria de nós surfistas sem as nossas pranchas. Bom, agora vou curtir e surfar com as melhores pranchas da minha vida.
Obrigado aos meus patrocinadores (Hoven, Rubber Sticky e Future Finsque) que contribuem para que eu possa praticar o esporte que mais amo na vida.
Para obter mais informações sobre as pranchas Surform, do shaper Luiz Black, entre em contato pelo telefone (0xx13) 3272-5707.