Rip Curl Pro Portugal

Medina e JJ na repescagem

980x654

Gabriel Medina cai para a repescagem do Rip Curl Pro Portugal. Foto: WSL / Poullenot.

 

O Rip Curl Pro Portugal começou mal para os dois principais candidatos ao título mundial da World Surf League (WSL).

Nesta terça-feira, o havaiano John John Florence e o brasileiro Gabriel Medina foram superados em suas baterias e caíram para a repescagem da etapa, iniciada em ondas de 1 metro e formação regular em Supertubos, Peniche.

Medina foi o primeiro a entrar em ação e ficou em segundo lugar com notas 4.73 e 5.03, contra 5.57 e 5.80 do português Frederico Morais, que mostrou um backside afiado e chegou a descartar uma nota (5.27) superior a todas as notas obtidas pelos adversários.

No mesmo confronto, o norte-americano Conner Coffin terminou em terceiro com 3.90 e 4.13.
Logo na sequência, John John Florence amargou o terceiro lugar na batalha contra o potiguar Jadson André e o convidado português Miguel Blanco.

Jadson começou forte com 6.67 em uma esquerda agredida com uma rasgadas e duas batidas. Em sua segunda onda, o potiguar acertou uma batida passando e uma pancada na junção para descolar 6.53 e ampliar ainda mais o somatório.

Blanco também investiu nas esquerdas e somou 6.10 e 5.07, terminando em segundo, enquanto John John somou 4.67 e 5.27.

980x654

John John Florence é uma das vítimas de Jadson André na estreia. Foto: WSL / Poullenot.

 
Além de Jadson, o Brasil já teve mais três classificados à terceira fase. O primeiro a avançar foi Miguel Pupo, que surfou muito bem e venceu o quarto confronto do dia com notas 6.17 e 8.17, deixando para trás os australianos Ryan Callinan e Matt Wilkinson, com 13.20 e 7.63, respectivamente.

Na sétima bateria, Wiggolly Dantas levou a melhor no duelo com o conterrâneo Filipe Toledo e o australiano Adam Melling.

Guigui mandou 5.67 e 5.27, contra 4.70 e 4.83 de Filipinho, que defende o título da etapa portuguesa.

No nono confronto, Adriano de Souza encarou um duelo muito acirrado e conseguiu a vitória com 6.87 e 7.30. O australiano Jack Freestone ficou em segundo com 7.67 e 5.83, enquanto Caio Ibelli foi o terceiro com 6.67 e 4.57.

Também já entraram em cena Alex Ribeiro e Alejo Muniz. Alex não conseguiu entrar em sintonia com as ondas e terminou em terceiro com 3.00 e 4.23, atrás do californiano Koloh Andino (1o) e do havaiano Keanu Asing.

Já Alejo fez o maior somatório entre os brasileiros até o momento (15.76), mas o australiano Josh Kerr também estava inspirado e venceu com 15.90.

 

Faltando pouco mais de quatro minutos, Alejo precisava de 8.08 para virar e acertou um belo aéreo rodando de frontside, mas obteve 7.93. Ele já havia obtido 7.83 em um alley oop segurando as bordas da prancha, seguido de um snap. Já Josh descolou 8.33 em um aéreo rodando de frontside e teve 7.67 em um tubo de backside.

O único brasileiro que ainda não estreou foi Italo Ferreira, que marca presença na 12a e última bateria.

Acompanhe a transmissão ao vivo clicando aqui.

Michelle des Bouillons desceu uma onda de quase 25 metros em Nazaré e pode entrar para a história como a mulher que surfou a maior de todos os tempos. Em entrevista exclusiva ao Waves, ela conta como chegou até aqui.

De Bells Beach a Raglan, Brasil vive quatro etapas de domínio histórico: vitórias, finais, nota 10 e os quatro primeiros do ranking mundial com a mesma bandeira.

Maior onda já surfada por uma mulher no Brasil é registrada por Michaela Fregonese durante swell histórico em Jaguaruna (SC)

Doutor Guilherme Vieira Lima, explica como a estabilidade do core define a potência das manobras e protege o corpo de lesões crônicas.