Mar storm prejudica condições para surf

Conforme previsto, a entrada de um cilcone nesta quinta trouxe ondas superiores aos 2,5 metros em diversos picos do Sul do país, especialmente no litoral de Santa Catarina.

 

O Estado registra chuvas intensas há dois dias, o que já deixou desabrigados nos municípios de Laguna, Morro da Fumaça, Içara, Forquilhinha e Araranguá, segundo reportagem publicada nesta quinta no portal Terra.

 

Inclusive a Capitania dos Portos, junto com a colônia de pescadores do sul do Estado, está desde cedo alertando os pescadores para evitar entrar no mar.

 

A previsão indica ventos fortes, que devem ultrapassar 70 quilômetros por hora, e formação de ondas de até quatro metros de altura em alto-mar.

 

A situação também não está nada favorável para os surfistas, que não encontram boas condições na maioria dos picos das regiões Sul e Sudeste do Brasil. A frente fria entrou acompanhada de fortes ventos e chuva intensa em alguns pontos.

 

Segundo os boletins do Wavescheck, pela manhã o único pico em Florianópolis que tinha alguma condição de surfe era o Camping da

Barra, com ondas mexidas de até 2 metros e fechando bastante.

 

Praias que costumam receber grandes ondulações, como a Vila, em Imbituba, não estão valendo a pena.

 

Em Garopaba, a única opção é a praia do Silveira, que também tem ondas de até 2 metros na série e formação razoável.

 

A mesma situação apresentava a Praia Grande de São Francisco do Sul. No Paraná, a praia de Barra do Sai, em Guaratuba, também tinha paredes de 1,5 metros, e era a melhor opção da

região.

 

Em São Paulo, o auge do swell deverá acontecer no decorrer desta quinta e na manhã de sexta-feira, com as ondas podendo atingir mais de 2 metros.

 

Por enquanto, a situação ainda deixa a desejar, mas lugares como a Porta do Sol, em São Vicente, já possuem ondas de um metro na série.

 

No Guarujá, a praia das Pitangueiras era a melhor opção, com ondas de até 1,5 metros e formação regular. Em São Sebastião nenhuma das praias apresentava boas condições, mas os

fissurados podem arriscar uma queda na praia da Baleia.

 

E em Ubatuba, a praia das Toninhas tinha a melhor formação, mas as ondas não passavam de um metro. Itamambuca  estava maior, com ondas de até 1,5 metros, porém bastante mexidas.

 

No litoral carioca também eram poucas as opções, e quem quiser matar a fissura pode tentar em Grumari e na Prainha, com ondas de 1,5 metros.

 

No Espírito Santo as condições eram boas, mas o swell ainda não atingiu a região, portanto as

ondas ainda estão com cerca de um metro em média e boa formação.

 

Os mapas de previsão da ondulação indicam que o ciclone permanecerá agindo até o final da sexta-feira, quando o swell começa a perder força no Sudeste, mas no Sul ainda terá ondas superiores a 1,5 metros. 

 

Em ambas as regiões o surfe do final de semana está garantido. Escolha seu pico e boas ondas!

 

 

 

 

 

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