Reef Hawaiian Pro

Littleman é a voz

Estrutura do Reef Hawaiian Pro. Foto: Bruno Lemos / Lemosimages.com.

Nesta quarta-feira (18/11), tive a oportunidade de participar do Reef Hawaiian Pro, prova de nível 6 estrelas e status Prime do WQS aqui em Haleiwa, Hawaii.

Minha participação foi como comentarista da transmisão para a internet em português. Foi legal responder às perguntas online e agradeço a galera que me apoiou nesta primeira atuação.

As ondas estavam boas, mas um pouco pequenas para o que se espera na Triple Crown. O vento forte dificultava ainda mais as manobras aéreas, principais armas da nova geração.

Estive lá por algumas baterias e percebi a dificuldade dos surfistas brasileiros em conseguir boas notas. Não pela qualidade do surf apresentado, mas sim pela pressão dos juízes, que sempre encurtam as notas e visivelmente valorizam os gringos.

O melhor exemplo aconteceu na bateria de Miguel Pupo, que completou dois aéreos rodando e não se classificou. Mesmo com várias baixas, conseguimos alguns bons resultados com Yuri Sodré, Marco Polo, que foi muito elogiado na televisão, e meu colega Bernardo Pigmeu.

Da minha parte só tenho a agradecer o convite. Tive a sorte de trabalhar com outros surfistas e amigos: Liam Mcnamara, Peter Mel e Martin Thomas, além do apoio dos amigos no Brasil e meus apoiadores: Hang Loose, Reef e Gzero Tech.

Amanhã tem mais, esperamos que os brasileiros cheguem à final com vitória. Eu estarei lá.

Aloha do “Littleman”, o menor surfista do mundo.

 

Michelle des Bouillons desceu uma onda de quase 25 metros em Nazaré e pode entrar para a história como a mulher que surfou a maior de todos os tempos. Em entrevista exclusiva ao Waves, ela conta como chegou até aqui.

De Bells Beach a Raglan, Brasil vive quatro etapas de domínio histórico: vitórias, finais, nota 10 e os quatro primeiros do ranking mundial com a mesma bandeira.

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Doutor Guilherme Vieira Lima, explica como a estabilidade do core define a potência das manobras e protege o corpo de lesões crônicas.