Juliana Guimarães manda bem em Ubatuba

Depois de uma excelente apresentação na primeira fase, a surfista Juliana Guimarães voltou a surfar muito bem nesta quinta-feira (22/7) e garantiu vaga nas quartas-de-final da quarta etapa do SuperSurf, que acontece na praia de Itamambuca, em Ubatuba.

 

Juliana passou novamente em primeiro lugar, avançando para o próximo round com a experiente Brigitte Mayer.

 

Na mesma bateria, a líder do ranking, Suelen Naraisa, mesmo surfando em casa, acabou em quarto lugar e foi desclassificada.

 

?Vou pensar em cada bateria. Espero continuar achando as ondas boas?, disse Juliana.

 

Aos 24 anos, ela é a quinta colocada no ranking brasileiro. ?É bom começar com uma boa performance. Estou com uma prancha nova e me adaptei bem. Na bateria peguei duas esquerdas muito boas, que abriram e deu para fazer bonito. Agora é seguir confiante, mas vou bem concentrada, porque cada bateria é diferente. Fui bem nessa e espero ir melhor na próxima para chegar até a final?, disse.

 

Vale lembrar que Juliana garantiu duas finais seguidas no Circuito Petrobras Feminino e ocupa a terceira colocação no ranking brasileiro da segunda divisão.

 

No SuperSurf, fez uma semifinal na praia de Maresias e somou dois 5º lugares, em Pernambuco e Santa Catarina. ?Quero muito chegar à final e quem sabe vencer?, diz a surfista, que tem no currículo dois vice-campeonatos brasileiros, em 1999 e 2001.

 

Ela começou a competir como profissional em 98 e tem participações em etapas do Circuito Mundial WQS, nos Estados Unidos e na África do Sul. No free surf, já surfou as ondas do Hawaii (duas vezes), México, Costa Rica e Panamá. E também já surfou nas ondas da Pororoca, em plena selva amazônica, no Rio Araguari.

 

Michelle des Bouillons desceu uma onda de quase 25 metros em Nazaré e pode entrar para a história como a mulher que surfou a maior de todos os tempos. Em entrevista exclusiva ao Waves, ela conta como chegou até aqui.

De Bells Beach a Raglan, Brasil vive quatro etapas de domínio histórico: vitórias, finais, nota 10 e os quatro primeiros do ranking mundial com a mesma bandeira.

Maior onda já surfada por uma mulher no Brasil é registrada por Michaela Fregonese durante swell histórico em Jaguaruna (SC)

Doutor Guilherme Vieira Lima, explica como a estabilidade do core define a potência das manobras e protege o corpo de lesões crônicas.