Estadual de Bodyboard

Festa em Itacoá

Foi realizado no dia 27 de novembro, na praia de Itacoatiara, Niterói (RJ), a etapa de confraternização de fim de ano do Rio Bodyboarding Master Series, marcada pela entrega dos prêmios aos campeões do ranking 2016.

O circuito, que passou por Arraial do Cabo, Barra da Tijuca, Grumari e Joatinga, encerrou suas atividades em grande estilo numa das ondas mais propícias para o esporte: Itacoatiara.

Num dia lindo de sol e com boas ondas em torno de 1 metro, essa etapa comemorativa foi realizada num formato inédito, com disputas entre times e baterias casadas, onde os atletas de cada time somavam suas duas melhores notas na disputa com um bônus de colocação na bateria (1º lugar – 10 pontos; 2º lugar – 7 pontos; 3º lugar – 5 pontos; 4º lugar – 3 pontos).

 

Cada equipe teve um capitão, que na base da “Adedanha”, antes do início do evento, definiram a ordem para escolha do seu time e assim foram formados quatro times de 10 atletas. As equipes tiveram nomes dos picos de Itacoatiara: Costão, Meio, Pampo e Shock.

A ordem de escolha dos capitães foi a seguinte: Marcello Pedro (top do Circuito Brasileiro Profissional e Mundial nos anos 90), foi o capitão do Time Shock e escolheu o local casca-grossa Guilherme Correa como seu primeiro atleta.

 

Paulo Esteves (bicampeão brasileiro profissional em 88 e 90 e tricampeão estadual) foi o capitão do time Meio e escolheu o local e bicampeão Grand Master, Rodrigo Correa.

 

Kiko Ebert (7º colocado no Mundial de Pipeline, em 1988, e top do Circuito Estadual e Brasileiro nos anos 80), foi o capitão do time Pampo e, seguindo a estratégia, escolheu outro local, Gugu Barcellos, que acabou ajudando seu capitão na escolha do time inteiro, que fez uma grande diferença no decorrer do evento.

 

Claudio Marques (bicampeão estadual profissional e primeiro brasileiro a vencer uma etapa internacional, na Austrália, em 1988) foi o capitão do time Costão e o último a escolher e chamou o macaense Alex Sandro, campeão Master 2016, como seu principal reforço.

 

O modelo de competição foi uma das atrações, num sistema inovador, com baterias casadas na hora. Um capitão definia um atleta e os outros capitães escolhiam quem enfrentaria aquele atleta. Todas as baterias de quatro atletas, onde todos cairiam na agua duas vezes (round 1 e 2).

 

As disputas pegaram fogo na água, com participação de vários atletas e ex-atletas profissionais, que mandaram ver nas ondas e mostraram que ainda têm muita lenha pra queimar.

 

Depois de 20 baterias de muita competitividade (e diversão), a equipe que somou mais pontos e sagrou-se campeã foi o Pampo, liderada por Kiko Ebert, seguida pelo Shock, do capitão Marcello Pedro.

 

Ao término da competição, a confraternização rolou numa casa em frente à praia, onde foram entregues os prêmios às equipes campeãs e aos campeões do ranking 2016, com direito a show acústico, muita vibe e várias histórias pra contar.

 

 

O evento – Essa etapa contou com o patrocínio de Kamona Surf Shop, Kpaloa, Kenner e Pena; apoio de André Eventos, Backstar, Puro Suco, Empório Verde, Pura Vida Pilates e Canal Woohoo.

Resultados da Etapa Master (Joatinga)

 

Equipe campeã – Pampo (Kiko Ebert, Gugu Barcellos, Léo Moreira, Saulo Lamounier, Adriano Minguta, Léo Lobo, Bruno Nogueira, Alexandre Varão e Lorraine Lima).

Equipe vice – Shock (Marcello Pedro, Guilherme Correa, Gabriel Zaccaro, Fabio Simonin, Alex Kundera, Pedro Kurdian, Guilherme Muller, Dalton Nagata, Diogo Correa e Gabi Gouvea).

Campeões do Circuito Rio Bodyboarding Master Series 2016

Sênior (30-34 anos)

1 Leonardo Moreira (ES)
2 Felipe Ximenes

 

Master (35-39 anos)

1 Alex Sandro
2 Gabriel Zaccaro

Grand Master (40-44 anos)

1 Joel Araujo
2 Fabio Simonin

Legend (acima de 45 anos)

1 Claudio Marques
2 Kiko Ebert

Feminino Master (acima de 30 anos)

1 Renata Pimentel
2 Carla Fontes

Michelle des Bouillons desceu uma onda de quase 25 metros em Nazaré e pode entrar para a história como a mulher que surfou a maior de todos os tempos. Em entrevista exclusiva ao Waves, ela conta como chegou até aqui.

De Bells Beach a Raglan, Brasil vive quatro etapas de domínio histórico: vitórias, finais, nota 10 e os quatro primeiros do ranking mundial com a mesma bandeira.

Maior onda já surfada por uma mulher no Brasil é registrada por Michaela Fregonese durante swell histórico em Jaguaruna (SC)

Doutor Guilherme Vieira Lima, explica como a estabilidade do core define a potência das manobras e protege o corpo de lesões crônicas.