Caso Ricardinho

Hora do júri

1024x683

Ricardo dos Santos foi morto em janeiro de 2015. Foto: William Zimmermann.

 

Começou na última quinta-feira e termina nesta sexta, em Palhoça (SC), o júri popular do ex-policial militar Luis Paulo Mota Brentano, acusado de matar o surfista Ricardo dos Santos, o Ricardinho, em janeiro de 2015.

No primeiro dia, foram ouvidas as testemunhas de defesa e acusação. Já o embate entre o Ministério Público e a defesa acontece nesta sexta, quando será definido o resultado do julgamento.

O ex-policial Brentano é acusado de homicídio triplamente qualificado por motivo fútil e alega ter agido em legítima defesa. O crime aconteceu na manhã de 19 de janeiro de 2015. Na ocasião, Mota e o irmão estavam em um carro, estacionado em local onde o surfista e o avô iriam fazer uma obra de drenagem, quando houve discussão e o então policial disparou dois tiros contra o surfista, que morreu no hospital, no dia seguinte.

Depois dos disparos, o soldado fugiu, sendo localizado mais tarde em uma pousada da Guarda do Embaú. Em 11 de setembro, Mota foi oficialmente expulso da Polícia Militar e preso em um batalhão de Joinville, onde aguarda o julgamento da Justiça.

Michelle des Bouillons desceu uma onda de quase 25 metros em Nazaré e pode entrar para a história como a mulher que surfou a maior de todos os tempos. Em entrevista exclusiva ao Waves, ela conta como chegou até aqui.

De Bells Beach a Raglan, Brasil vive quatro etapas de domínio histórico: vitórias, finais, nota 10 e os quatro primeiros do ranking mundial com a mesma bandeira.

Maior onda já surfada por uma mulher no Brasil é registrada por Michaela Fregonese durante swell histórico em Jaguaruna (SC)

Doutor Guilherme Vieira Lima, explica como a estabilidade do core define a potência das manobras e protege o corpo de lesões crônicas.