Quase um ano se passou desde a última viagem internacional que fiz. Há muitos anos não passava tanto tempo em casa. Não dá para dizer que está ruim, mas preferia estar viajando e competindo, o que não está acontecendo por falta de patrocínio.
Além do mais, sempre sonhei competir no circuito brasileiro profissional quando eu parasse de competir fora, e agora que eu teria essa disponibilidade não temos eventos femininos no Brasil.
O surf feminino vive uma situação lamentável atualmente Nem por isso deixei de acreditar que ainda é possível termos nosso circuito de volta, bem como mais investidores e pessoas que curtem e acreditem nos nossos atletas.
Enquanto as coisas não mudam, sigo minha rotina diária de treinos dentro e fora da água, na esperança de que num dia próximo eu tenha uma nova chance de voltar a representar o surf feminino brasileiro nas etapas do circuito mundial. Desejo o mesmo a todas as minhas colegas do surf.





