Jacqueline Silva

Guerreira incansável

Quase um ano se passou desde a última viagem internacional que fiz. Há muitos anos não passava tanto tempo em casa. Não dá para dizer que está ruim, mas preferia estar viajando e competindo, o que não está acontecendo por falta de patrocínio.

 

Além do mais, sempre sonhei competir no circuito brasileiro profissional quando eu parasse de competir fora, e agora que eu teria essa disponibilidade não temos eventos femininos no Brasil.

 

O surf feminino vive uma situação lamentável atualmente Nem por isso deixei de acreditar que ainda é possível termos nosso circuito de volta, bem como mais investidores e pessoas que curtem e acreditem nos nossos atletas.

 

Enquanto as coisas não mudam, sigo minha rotina diária de treinos dentro e fora da água, na esperança de que num dia próximo eu tenha uma nova chance de voltar a representar o surf feminino brasileiro nas etapas do circuito mundial. Desejo o mesmo a todas as minhas colegas do surf.

Michelle des Bouillons desceu uma onda de quase 25 metros em Nazaré e pode entrar para a história como a mulher que surfou a maior de todos os tempos. Em entrevista exclusiva ao Waves, ela conta como chegou até aqui.

De Bells Beach a Raglan, Brasil vive quatro etapas de domínio histórico: vitórias, finais, nota 10 e os quatro primeiros do ranking mundial com a mesma bandeira.

Mais de cinquenta anos de câmera na mão: do Píer de Ipanema a Pipeline com Gerry Lopez, de Bob Marley no Havaí aos Rolling Stones no Maracanã. Fernando “Fedoca” Lima viveu e fotografou tudo isso. Agora reúne tudo em um livro.

Maior onda já surfada por uma mulher no Brasil é registrada por Michaela Fregonese durante swell histórico em Jaguaruna (SC)