Série ao Fundo

Wilko é líder de novo

A etapa de Fiji pode não ter apresentado ondas clássicas como em anos anteriores, mas proporcionou zebras incríveis e bagunçou de vez o ranking do CT.

Com a maioria dos “big names” caindo no round 3, o caminho ficou aberto para Matt Wilkinson, que faturou a etapa e retomou a lycra amarela praticamente um ano depois de tê-la perdido.  

Renan Rocha, Edinho Leite e Tiago Brant analisam a evolução do surfe de Wilko também de frontside e afirmam que o australiano já não pode mais ser considerado zebra. Neste ano, o “Siri Salsicha” (como é carinhosamente apelidado pelo trio) já tem uma vitória, um vice e uma terceira colocação.

O Série ao Fundo também destaca o desempenho de alguns rookies que ainda estavam devendo, como os europeus Leo Fioravanti e Joan Duru, além da importância do técnico Luke Egan para o resultado do vice-campeão Connor O’Leary.

Então rema, porque vem Série ao Fundo!

Michelle des Bouillons desceu uma onda de quase 25 metros em Nazaré e pode entrar para a história como a mulher que surfou a maior de todos os tempos. Em entrevista exclusiva ao Waves, ela conta como chegou até aqui.

De Bells Beach a Raglan, Brasil vive quatro etapas de domínio histórico: vitórias, finais, nota 10 e os quatro primeiros do ranking mundial com a mesma bandeira.

Maior onda já surfada por uma mulher no Brasil é registrada por Michaela Fregonese durante swell histórico em Jaguaruna (SC)

Doutor Guilherme Vieira Lima, explica como a estabilidade do core define a potência das manobras e protege o corpo de lesões crônicas.