“Radical: a controversa saga de Dadá Figueiredo”, documentário que conta a história do maior anti-herói do surfe brasileiro, chega finalmente ao público. Em abril, o filme ficou disponível para os assinantes da Netflix.
A obra foi originalmente lançada em 2014, mas ficou disponível ao público apenas por algumas semanas, depois que um desentendimento entre o atleta e a produção do filme o tiraram do ar.
Por ficar fora do ar, acabou conhecido como o “Proibidão” do Dadá. No mesmo ano, o documentário conquistou os prêmios de melhor filme estrangeiro do Festival Internacional de Long Beach (Nova Iorque) e do Mimpi (Surf e Skate Film Festival), além de ganhar menção honrosa no Festival SAL (Surf at Lisbon).
Dadá Figueiredo sempre foi conhecido por ser polêmico e controverso, e dessa vez não foi diferente. Pioneiro do surfe progressivo no Brasil, nos anos 80, Dadá se diferenciava dos outros competidores pelo seu temperamento rebelde e por sua atitude anti-fashion. Ficou marcado no esporte por suas performances vanguardistas, trazendo manobras do skate para as ondas, mas também tendo a carreira marcada por drogas e polêmicas com patrocinadores.
O filme resgata a energia do estilo Punk de Dadá e mostra como o atleta foi o pioneiro de uma estética autêntica e radical que hoje embala grandes ícones do surfe brasileiro.
Ficha Técnica:
Titulo original: “Radical: A controversa saga de Dadá Figueiredo”
Direção: Raphael Erichsen
Produção: 3FilmGroup.tv
Produção Executiva: Raphael Erichsen, Clarice Laus e Patricia Froes
Direção de Fotografia: Rodrigo Braga
Editor: Tiago Berbare
Trilha Sonora Original: Os Estudantes