Lobitos

Esquerdas que não têm preço

Um dia destes, na correria de São Paulo (SP), dei conta que teríamos um feriadão prolongado e na mesma hora veio a ideia de formar uma surf trip de curto prazo que não afetasse a rotina de trabalho. 

 

Já tinha ido ao Peru outras vezes, mas ainda não conhecia a onda de Lobitos. Porém, para formar uma surf trip de última hora não é nada fácil, tarifas abusivas, quiver, e o mais importante, os parceiros que pudessem ir junto. 

 

Para dar início a essa jornada entrei em contato com um grande amigo, Ricardo Capeletto, da Study Expert Viagens, que mesmo em cima da hora conseguiu ótimas tarifas. 

 

Próximo passo era ligar para meu indispensável parceiro Wagner “Punk” Medeiros. Fazer uma trip com esse cara não tem tempo ruim, é diversão garantida.

Momentos antes de fechar a trip, meu amigo Ticiano me perguntou quando seria minha próxima viagem, pois ele estava pesquisando com outro grande amigo (o Dede) de fazer uma viagem rápida pela América do Sul. Contei sobre a trip, fechamos na hora e no mesmo dia ele ligou para o Capeletto fazer as reservas que faltavam Trupe formada. 

 

Faltava renovar o quiver. Liguei para um parceiro de outras trips, Victor Banys, o Vitão da OPS. Ele e seu irmão Paulo nunca me deixam na mão quando o assunto são pranchas e acessórios. Ambos surfam e sabem muito bem desta sensação de trip. 

 

Esse vídeo mostra a nossa fissura por surf e porque fazer uma trip com os melhores amigos não tem preço.

 

Foto de capa Arquivo Pessoal

Michelle des Bouillons desceu uma onda de quase 25 metros em Nazaré e pode entrar para a história como a mulher que surfou a maior de todos os tempos. Em entrevista exclusiva ao Waves, ela conta como chegou até aqui.

De Bells Beach a Raglan, Brasil vive quatro etapas de domínio histórico: vitórias, finais, nota 10 e os quatro primeiros do ranking mundial com a mesma bandeira.

Mais de cinquenta anos de câmera na mão: do Píer de Ipanema a Pipeline com Gerry Lopez, de Bob Marley no Havaí aos Rolling Stones no Maracanã. Fernando “Fedoca” Lima viveu e fotografou tudo isso. Agora reúne tudo em um livro.

Maior onda já surfada por uma mulher no Brasil é registrada por Michaela Fregonese durante swell histórico em Jaguaruna (SC)