Guga Arruda

Em busca da prancha mágica

Retrô? Moderno? Hi-Tech? Performance? Quad? Tri? Epoxy, Poliester, PU, EPS, carbono nas bordas? Testei muito tudo isso nas últimas décadas, tudo pode funcionar, por isso os shapers trabalham com todos os tipos de construção e designs.

O funcionamento da prancha vai sempre depender da combinação de muitos fatores como design, peso e flexibilidade, além da posição e tamanho das quilhas. O teste final é na agua.

Se a prancha tiver velocidade e manobrabilidade, se ela facilitar a conclusão das manobras, você vai gostar dela e se sentir à vontade para alcançar e superar os seus limites.

Neste video acima, faço a comparação entre duas pranchas de diferentes estilos – uma 55 Mini Fun SK9 de bico redondo, rabeta larga, quad com fibra de carbono nas bordas, representando tudo o que é alternativo, moderno e de certa forma retrô, e uma 511 triquilha, performance, básica do dia dia, atual.

O mais legal é que tive com as duas a mesma sensação de velocidade e soltura, de facilidade de surfar, de magia. Mesmo as pranchas sendo tão diferentes, consegui fazer as mesmas manobras com as duas.

O que realmente importa numa prancha não é o estilo, a escola, o tamanho ou largura, o que importa mesmo é que seja mágica, e geralmente a prancha mágica é leve, com flexibilidade média, solta e veloz.

Seja qual for a sua opção, busque velocidade e facilidade para manobrar e encontre as quilhas que funcionarão para a sua prancha. Boa sorte e boas ondas.

Michelle des Bouillons desceu uma onda de quase 25 metros em Nazaré e pode entrar para a história como a mulher que surfou a maior de todos os tempos. Em entrevista exclusiva ao Waves, ela conta como chegou até aqui.

De Bells Beach a Raglan, Brasil vive quatro etapas de domínio histórico: vitórias, finais, nota 10 e os quatro primeiros do ranking mundial com a mesma bandeira.

Maior onda já surfada por uma mulher no Brasil é registrada por Michaela Fregonese durante swell histórico em Jaguaruna (SC)

Doutor Guilherme Vieira Lima, explica como a estabilidade do core define a potência das manobras e protege o corpo de lesões crônicas.