Billabong Girls Pro

Dia de folga na Bahia

Suelen Naraisa e Cláudia Gonçalves disputam primeira fase do Billabong Girls Pro 2007. Foto: Aleko Stergiou.

O forte vento Sudeste não deu trégua nesta quinta-feira e forçou a direção do Billabong Girls Pro 2007 a adiar o início da primeira fase na praia da Tiririca, Itacaré (BA).

 

Válida como a 12a etapa do WQS, a prova tem nível 4 estrelas e distribui US$ 20 mil em prêmios.

 

Poucas surfistas se aventuraram a treinar nas ondas mexidas de até 2 metros. Além da péssima formação das ondas, a forte correnteza também prejudica as performances das atletas no litoral baiano.

 

Uma nova chamada acontece às 7:30 horas desta sexta-feira para avaliação das condições do mar. Oito baterias compõem a primeira fase da competição.

 

Na primeira delas, as paulistas Cláudia Gonçalves e Camila Cássia tentam dobradinha contra a sul-africana Nikita Robb e a australiana Katie Allan.

 

As principais cabeças-de-chave entram em ação na segunda rodada. Quatro delas são brasileiras: a cearense Silvana Lima, a carioca Taís de Almeida e as catarinenses Jacqueline Silva e Marina Werneck, que ganhou o wildcard da Billabong.

 

Atual líder do ranking do WQS, Jacque disputa o terceiro confronto do segundo round. A catarinense está escalada ao lado da australiana Amee Donohoe.

Michelle des Bouillons desceu uma onda de quase 25 metros em Nazaré e pode entrar para a história como a mulher que surfou a maior de todos os tempos. Em entrevista exclusiva ao Waves, ela conta como chegou até aqui.

De Bells Beach a Raglan, Brasil vive quatro etapas de domínio histórico: vitórias, finais, nota 10 e os quatro primeiros do ranking mundial com a mesma bandeira.

Maior onda já surfada por uma mulher no Brasil é registrada por Michaela Fregonese durante swell histórico em Jaguaruna (SC)

Doutor Guilherme Vieira Lima, explica como a estabilidade do core define a potência das manobras e protege o corpo de lesões crônicas.