Dudu Pedra

Temporada perfeita

A temporada perfeita de Dudu Pedra começou em fevereiro de 2016, no Havaí. Além de fazer seu melhor resultado em Pipeline, o brasileiro produziu altas imagens e ganhou ainda mais respeito no lineup havaiano.

 

Inspirado com o bom resultado, seguiu para as outras etapas do Tour – no Chile, Portugal e Ilhas Canárias -, mas seus melhores momentos nas viagens foram durante o freesurfe, onde sempre se destaca. Em Nazaré, Pedra fez história ao surfar junto com Mike Stewart em um mar enorme que obrigou a paralisação de um campeonato.

 

No dia seguinte, com o mar ainda muito grande, Dudu volta à cena junto com Isabela Sousa em uma sessão de tow in, também na Praia do Norte, Nazaré.

 

De Portugal, Dudu Pedra partiu para a última etapa, nas Ilhas Canarias. Mais uma vez, o evento foi paralisado por conta de uma ressaca com mais de 15 pés. Ele entrou sozinho e surfou as melhores ondas da vida em um pico nada convidativo.

 

“Com certeza foi o ano em que surfei as ondas mais perfeitas da minha vida. Infelizmente as melhores não foram gravadas, mas pelo video já da pra ter uma ideia. A minha intenção é mostrar para a galera que conto com Deus em todos os meus projetos, e Ele tem me abençoado muito!”, revela Dudu Pedra. “Em 2017 pretendo surfar ondas maiores, manobrar em ondas nessas condições e fazer mais tow in”, completou.

Dudu conseguiu a classificação para a elite do circuito mundial em 2017, mas parece que sua prioridade ainda está no freesurfe. “Sim, estou muito feliz por ter conseguido a classificação. Este ano, Teahupoo entra no circuito com boa pontuação, e eu estarei lá! Não gosto da tensão da competição. Até agora, meus melhores resultados foram quando os campeonatos foram paralisados por excesso de ondas (risos)!”, finalizou o bodyboarder.

 

Dudu Pedra conta com os patrocínios da Pride Bodyboards, Kamona e SGA Toyot; co-patrocinios da Céu & Mar, Puro Suco, Saboreando, AGNT, Invert Style e Spaço Dosha.

Michelle des Bouillons desceu uma onda de quase 25 metros em Nazaré e pode entrar para a história como a mulher que surfou a maior de todos os tempos. Em entrevista exclusiva ao Waves, ela conta como chegou até aqui.

De Bells Beach a Raglan, Brasil vive quatro etapas de domínio histórico: vitórias, finais, nota 10 e os quatro primeiros do ranking mundial com a mesma bandeira.

Mais de cinquenta anos de câmera na mão: do Píer de Ipanema a Pipeline com Gerry Lopez, de Bob Marley no Havaí aos Rolling Stones no Maracanã. Fernando “Fedoca” Lima viveu e fotografou tudo isso. Agora reúne tudo em um livro.

Maior onda já surfada por uma mulher no Brasil é registrada por Michaela Fregonese durante swell histórico em Jaguaruna (SC)