Rip Curl Pro

Peniche ainda espera

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Italo Ferreira detonou no Molhe Leste, Peniche, Portugal. Foto: WSL / Poullenot

 

Mais um dia de folga para os competidores no Moche Rip Curl Pro 2015, em Peniche, Portugal. O vento continua fustigando as ondas e há promessa de dias melhores até o fim da janela de espera que vai até sábado (31/10).

Próxima chamada sexta-feira, dia 30 de outubro, às 5:00 horas (horário de Brasília).

Na sexta-feira as ondas devem entrar de oeste / oeste-sudoeste com influência de uma ondulação de vento desfavorável. Mesmo que com bom tamanho, especialmente com maré mais cheia, lá pelo meio dia em Peniche, os ventos de sul / sul-sudeste são mais leves pela manhã e podem virar mais para sul, ganhando força ao longo do dia. No entanto a aproximação de uma zona de baixa pressão pode trazer variações na direção dos ventos mais para o fim da tarde.

Já no sábado a ondulação de oeste / oeste-noroeste ganha força. Ondas com faces de 5 a 7 pés, pela manhã, devem chegar aos 8 a 10 pés perto da hora do almoço e fim de tarde em Supertubos. A maré baixa pode estragar a formação no fim da manhã, onde o maral predomina, mas deve melhorar na parte da tarde. Molhe Leste pode ser uma boa opção, quebrando ainda com bom tamanho e mais protegido dos ventos.

Quando o evento reiniciar, teremos, antes das quartas de final onde Filipe Toledo e Italo Ferreira já se garantiram, as baterias do round 5 que ainda não foram realizadas no Moche Rip Curl Pro Portugal. Gabriel Medina terá mais uma chance de continuar com o sonho de um bicampeonato mundial.

Duelos pendentes do round 5

3 Vasco Ribeiro (POR) x Michel Bourez (PLF)
Gabriel Medina (BRA) x Keanu Asing (HAW)

Quartas de final com as duas baterias já definidas

Filipe Toledo (BRA) x Joel Parkinson (AUS)
2 Frederico Morais (PRT) vs. Brett Simpson (EUA)
3 Jeremy Flores (FRA) aguarda adversário
Italo Ferreira (BRA) aguarda adversário

Michelle des Bouillons desceu uma onda de quase 25 metros em Nazaré e pode entrar para a história como a mulher que surfou a maior de todos os tempos. Em entrevista exclusiva ao Waves, ela conta como chegou até aqui.

De Bells Beach a Raglan, Brasil vive quatro etapas de domínio histórico: vitórias, finais, nota 10 e os quatro primeiros do ranking mundial com a mesma bandeira.

Maior onda já surfada por uma mulher no Brasil é registrada por Michaela Fregonese durante swell histórico em Jaguaruna (SC)

Doutor Guilherme Vieira Lima, explica como a estabilidade do core define a potência das manobras e protege o corpo de lesões crônicas.