Série ao Fundo

Como Asing?

E não é que a imprevisível etapa da França decidiu o título mundial? Só que ainda não foi no masculino, não. Tyler Wright fez bonito mais uma vez, chegou à sua sexta final na temporada e garantiu o cobiçado troféu da WSL com uma etapa de antecipação. Emocionada, a australiana dedicou a conquista a seu irmão, Owen Wright, que no ano passado sofreu uma concussão em Pipe e desde então não voltou ao circuito.
 
Entre os homens, tinha uma zebra no meio do caminho. Keanu Asing fez seu melhor resultado na elite ao vencer sua primeira etapa desde que era Junior. E olha que o havaiano teve um percurso pra lá de complicado! Teve que derrotar dois dos melhores surfistas da atualidade: o conterrâneo John John Florence na semi e Gabriel Medina na grande final!
 
Aliás, Medina foi bem ao longo de todo o evento, mas não se encontrou na decisão. Mesmo assim continua firme na briga pelo bicampeonato mundial, uma disputa cada vez mais bipolarizada entre ele e o prodígio havaiano. Quem será que leva a melhor?
 
Estes e outros destaques como o full rotation estratosférico de Filipinho você vê nesta edição do Série ao Fundo, com os comentários de Tiago Brant, Renan Rocha e Edinho Leite.
 
Então trate de remar, amigo, porque vem Série ao Fundo!!

Michelle des Bouillons desceu uma onda de quase 25 metros em Nazaré e pode entrar para a história como a mulher que surfou a maior de todos os tempos. Em entrevista exclusiva ao Waves, ela conta como chegou até aqui.

De Bells Beach a Raglan, Brasil vive quatro etapas de domínio histórico: vitórias, finais, nota 10 e os quatro primeiros do ranking mundial com a mesma bandeira.

Maior onda já surfada por uma mulher no Brasil é registrada por Michaela Fregonese durante swell histórico em Jaguaruna (SC)

Doutor Guilherme Vieira Lima, explica como a estabilidade do core define a potência das manobras e protege o corpo de lesões crônicas.