Começa show em Sunset

O O’Neill Pro, segunda prova da Tríplice Coroa Havaiana, teve início nesta sexta-feira em ondas de até 2,5 metros em Sunset Beach, Hawaii.

 

Com US$ 125 mil em prêmios e 2,5 mil pontos em jogo, a prova de nível 6 estrelas é a última esperança para os atletas que buscam uma vaga na elite mundial em 2007.

 

O evento conta com participação de 30 atletas brasileiros, além de estrelas do surf mundial como o octacampeão mundial Kelly Slater, confirmado como cabeça-de-chave número um do evento.

 

A prova anterior, vencida por Andy Irons em Haleiwa, praticamente não mudou posições no ranking, pois a maioria dos competidores às fases finais era do WCT.

 

Com isso, não mudou a disputa pelas últimas vagas na lista dos 15 surfistas que o WQS indica para a elite mundial no ano que vem. E isso foi bom para os brasileiros Leonardo Neves, Neco Padaratz e Rodrigo Dornelles, que conseguiram permanecer em boa situação mesmo sem pontuar em Haleiwa.
 
A única exceção foi o australiano Kai Otton, que chegou nas quartas-de-final e abandonou o último lugar nesta relação, jogando o gaúcho Rodrigo Dornelles para uma perigosa penúltima posição na lista dos 15.

 

Isso já retirando os três que aparecem entre os 27 que são mantidos na divisão principal ? Victor Ribas (11o lugar no WQS), o sul-africano Travis Logie (15o) e o havaiano Fredrick Patacchia (17o), único que conseguiu ingressar no grupo dos 15 em Haleiwa – mas dispensa a vaga pelo ranking de acesso.

Michelle des Bouillons desceu uma onda de quase 25 metros em Nazaré e pode entrar para a história como a mulher que surfou a maior de todos os tempos. Em entrevista exclusiva ao Waves, ela conta como chegou até aqui.

De Bells Beach a Raglan, Brasil vive quatro etapas de domínio histórico: vitórias, finais, nota 10 e os quatro primeiros do ranking mundial com a mesma bandeira.

Maior onda já surfada por uma mulher no Brasil é registrada por Michaela Fregonese durante swell histórico em Jaguaruna (SC)

Doutor Guilherme Vieira Lima, explica como a estabilidade do core define a potência das manobras e protege o corpo de lesões crônicas.