Mercado

Mais segurança e liberdade nas remadas

829x497

Tri-campeã da M2O, Sonni Hönscheid é apoiada pela marca e usou o equipamento durante a prova e destaca as vantagens: “Não interfere na performance da remada”. Foto: Reprodução.

 

Restube, uma empresa alemã especializada em equipamentos de segurança aquáticos, acaba de lançar no mercado aquele que é considerado o menor salva-vidas do mundo.

 

A criação, batizada de “Ultralite Life Jacket”, promete ser uma excelente opção para remadores de stand up paddle que buscam mais segurança sem abrir mão do conforto nas remadas, uma vez que o equipamento, enquanto desinflado, fica preso à cintura do remador e tem o tamanho de uma pochete.

 

Sonni Hönscheid, que já venceu a M2O por três vezes consecutivas, é uma das atletas apoiadas pela marca e recomenda o uso do equipamento: “Está se tornando cada vez mais comum a obrigatoriedade de itens de segurança em competições de SUP race, principalmente as de longa distância e esse equipamento é muito útil, pois é tão pequeno e leve que não interfere na performance da remada”, conta a remadora.

 

As características especiais do salva-vidas são a iluminação noturna através de um led emissor de luz, fita refletora e apito. O equipamento, quando desinflado, pesa apenas 270 gramas e é ativado através de cartuchos de CO2 que são ativados através de um anel fixo a uma correia.

 

A versão mais simples do Ultralite Life Jacket pode ser encomendada por €59.95 no site da empresa e o kit com dois catuchos de CO2 custa €8.99.

 

Quatro anos atrás, a Restube criou o primeiro tubo de natação inflável do mundo, que até hoje salvou pelo menos 25 pessoas. Com a criação do Ultralite Life Jacket, a empresa mira agora no crescente mercado do stand up paddle, apresentando ao mercado sua inovação com a promessa de proporcionar mais liberdade e segurança para os remadores de SUP.

 

O equipamento ainda não é comercializado no Brasil.

 

Para entender o funcionamento do equipamento, confira o vídeo abaixo:

 

Michelle des Bouillons desceu uma onda de quase 25 metros em Nazaré e pode entrar para a história como a mulher que surfou a maior de todos os tempos. Em entrevista exclusiva ao Waves, ela conta como chegou até aqui.

De Bells Beach a Raglan, Brasil vive quatro etapas de domínio histórico: vitórias, finais, nota 10 e os quatro primeiros do ranking mundial com a mesma bandeira.

Maior onda já surfada por uma mulher no Brasil é registrada por Michaela Fregonese durante swell histórico em Jaguaruna (SC)

Doutor Guilherme Vieira Lima, explica como a estabilidade do core define a potência das manobras e protege o corpo de lesões crônicas.