Fernando de Noronha

Cearenses invadem arquipélago

Mais de 15 atletas cearenses de bodyboard encararam uma ótima temporada de ondas no arquipélago de Fernando de Noronha (PE).

A viagem, em janeiro deste ano, reuniu atletas profissionais, amadores e free bodyboarders em busca das fortes e tubulares ondas das praias noronhenses. Cacimba do Padre, Bode, Boldró e Conceição foram os destinos.

Alguns já contavam com alguma experiência na ilha, como Melk Lopes, José Netto, Luis Filho, Rodrigo Almeida, César Holanda, Paulo Osmar, Ramyro, João Victor, Rodrigo Guerra, Justi Freitas, PA e Albeci Jr. Os marinheiros de primeira viagem eram Luiz Carlos, Luis Sérgio, Wellington Santiago e Bruno Correa.

Logo na chegada ao arquipélago, os cearenses foram recepcionados com bombas que chegavam a 3 metros. Mas, devido à forte chuva, o fundo ainda não havia se acertado e as ondas tornavam-se praticamente insurfáveis. Muitos locais consideravam “mar de louco”.

Os bodyboarders não deram ouvidos e encaram o mar mesmo presenciando o acidente de Isaias Profeta, que perdeu o bodyboard depois de uma vaca e foi arrastado ao alto mar até ser resgatado duas horas depois pelos bombeiros.

Outro acidente quase fatal do dia foi o de Galeguim. Ao tentar descer a maior da série, o surfista caiu de costas na bancada de pedras.

Cacimba do Padre se mostrou o lar dos bodyboarders. A praia foi dominada pelos cearenses e pelos baianos Renê Xavier e Henrique Milazzo, que marcaram presença com sua radicalidade.

Na praia do Bode, as ondas direitas quebravam perfeitas, proporcionando um tubo muito extenso.

Boldró apresentou condições perfeitas quando as ondas baixaram para 1.5 metros. Todas quebram no mesmo lugar e com a mesma formação. A Conceição foi a saída nos primeiros dias quando a Cacimba parecia insurfável, pois segurava mais a formação da onda.

 

Michelle des Bouillons desceu uma onda de quase 25 metros em Nazaré e pode entrar para a história como a mulher que surfou a maior de todos os tempos. Em entrevista exclusiva ao Waves, ela conta como chegou até aqui.

De Bells Beach a Raglan, Brasil vive quatro etapas de domínio histórico: vitórias, finais, nota 10 e os quatro primeiros do ranking mundial com a mesma bandeira.

Maior onda já surfada por uma mulher no Brasil é registrada por Michaela Fregonese durante swell histórico em Jaguaruna (SC)

Doutor Guilherme Vieira Lima, explica como a estabilidade do core define a potência das manobras e protege o corpo de lesões crônicas.