Heitor Alves

Cearense comenta atuação

Heitor Alves estréia com o pé direito no Quiksilver Pro 2008. Foto: Robertson / ASP Covered Images.

Depois de vencer a primeira bateria que disputou em seu ano de estréia no WCT, mandando o havaiano Pancho Sullivan e o sul-africano Rick Basnett para a repescagem, em Duranbah, Gold Coast, Austrália, Heitor Alves concede uma rápida entrevista aos usuários do site Waves.

 

O atleta radicado no Rio de Janeiro é natural de Fortaleza (CE), nascido na praia do Náutico.

Quais foram seus melhores resultados em 2007?

 

No WQS venci a etapa de Maldivas, além de fazer as finais na Inglaterra e Japão.

 

Há quanto tempo você tenta entrar no WCT?

 

Corri o WQS durante dois anos para conseguir a vaga.

 

Foi rápido, tem surfistas que tentam há mais de seis anos. Como você se sentiu quando soube que estava classificado para a elite do surf mundial?

Foi demais, acabei 2007 como eu esperava. Foi um sonho realizado.

 

Como foi a sua primeira bateria no WCT de 2008, você já conhecia a onda?

 

Vim para a Gold Coast pela primeira vez que, mas treinei uns dias antes. Estou bem concentrado!

 

Você mostrou que seu backside está bem afiado aqui nas ondas de Duranbah, como é seu treino diário?

 

Eu treino pilates, realizo algumas corridas e surfo bastante para evoluir cada vez mais em todas as condições.

 

Quais são seus planos para 2008?

 

Darei tudo de mim para obter bons resultados e, quem sabe, trazer um título mundial para o Brasil. Não quero apenas me manter no WCT, quero brigar pelo título também!

Michelle des Bouillons desceu uma onda de quase 25 metros em Nazaré e pode entrar para a história como a mulher que surfou a maior de todos os tempos. Em entrevista exclusiva ao Waves, ela conta como chegou até aqui.

De Bells Beach a Raglan, Brasil vive quatro etapas de domínio histórico: vitórias, finais, nota 10 e os quatro primeiros do ranking mundial com a mesma bandeira.

Mais de cinquenta anos de câmera na mão: do Píer de Ipanema a Pipeline com Gerry Lopez, de Bob Marley no Havaí aos Rolling Stones no Maracanã. Fernando “Fedoca” Lima viveu e fotografou tudo isso. Agora reúne tudo em um livro.

Maior onda já surfada por uma mulher no Brasil é registrada por Michaela Fregonese durante swell histórico em Jaguaruna (SC)