Billabong Ladies Pro

Bruninha encara Jacque

Bruna Schmitz aposta na perna brasileira para garantir vaga na elite. Foto: Daniel Smorigo / ASP South America.

A catarinense Jacqueline Silva e a paranaense Bruna Schmitz são as únicas brasileiras no grupo das que sobem para o WCT pelo WQS, ocupando, respectivamente, as sétima e sexta posições no ranking.

 

Bruninha integra a lista das seis desde o início da temporada e pode até garantir sua vaga no Brasil, pois depois do Billabong Ladies Pro no Costão do Santinho, tem outra etapa nível 4 estrelas de 1.500 pontos, na próxima semana, no Arpoador, Rio de Janeiro.

 

?Consegui passar, mas não foi fácil, caí em várias ondas, está difícil de surfar mesmo?, afirma Bruna Schmitz.

?Tenho uma grande oportunidade de trocar resultados nestes dois eventos do Brasil, claro que vou ter passar baterias para isso, chegar à semifinal ou final porque os dois são 4 estrelas. Só que tem o Hawaii ainda, lá é 6 estrelas, vale 2.500 pontos e pode até mudar bastante o ranking, então tenho que me dar bem lá também?, acredita Bruninha.

 

Michelle des Bouillons desceu uma onda de quase 25 metros em Nazaré e pode entrar para a história como a mulher que surfou a maior de todos os tempos. Em entrevista exclusiva ao Waves, ela conta como chegou até aqui.

De Bells Beach a Raglan, Brasil vive quatro etapas de domínio histórico: vitórias, finais, nota 10 e os quatro primeiros do ranking mundial com a mesma bandeira.

Maior onda já surfada por uma mulher no Brasil é registrada por Michaela Fregonese durante swell histórico em Jaguaruna (SC)

Doutor Guilherme Vieira Lima, explica como a estabilidade do core define a potência das manobras e protege o corpo de lesões crônicas.