WQS

Brazucas avançam em Durban

Halley Batista está fora do Quiksilver Pro 2008 em Durban, África do Sul. Foto: Quiksilver / Ewing.

Nesta terça-feira, foram disputadas as 12 baterias iniciais da primeira fase do Quiksilver Pro Durban 2008, etapa de nível 6 estrelas e status Prime do WQS que acontece em New Pier, Durban, África do Sul.

 

Em ondas de meio a 1 metro, quatro brazucas avançaram e seis foram eliminados. Outros nove brasileiros entram em ação nas baterias pendentes da prova.

 

Estão classificados ao segundo round o paulista Renato Galvão, o paraibano Fábio Gouveia e os fluminenses Pedro Henrique e Bruno Santos.

 

Deram adeus à briga os pernambucanos Halley Batista, Alan Donato e Paulo Moura, o paulista Heitor Pereira e os cearenses André Silva e Messias Félix.

 

Na última segunda-feira, o início da prova foi adiado devido aos problemas enfrentados por atletas que vinham da etapa de Margaret River, Austrália.

 

Enquanto alguns chegaram sem pranchas, outros tiveram seus vôos atrasados. Para amenizar a situação dos atletas, a direção da prova fez diversas alterações no cronograma da etapa.

 

O cearense Messias Félix estava inscrito na triagem e não pôde comparecer, mas conseguiu uma vaga na primeira rodada. Já Milton Morbeck teve sua bateria alterada e, em vez de estrear no quarto confronto, entra em ação na 16a bateria, que foi adiada para quarta-feira.

 

As baterias pendentes da primeira fase contam com 10 brazucas – Milton Morbeck, Odirlei Coutinho, Guilherme Herdy, Jorge Spanner, Dunga Neto, Leandro Bastos, Eric de Souza, Hizunomê Bettero, Diego Rosa e Robson Santos.

 

Os principais cabeças-de-chave da etapa estão escalados no segundo round. Destes, 13 são brasileiros – Neco Padaratz, Simão Romão, Raoni Monteiro, Bernardo Pigmeu, Heitor Alves, Jihad Khodr, Leo Neves, Jean da Silva, Yuri Sodré, Pablo Paulino, Victor Ribas, Willian Cardoso e Rodrigo Dornelles.

Michelle des Bouillons desceu uma onda de quase 25 metros em Nazaré e pode entrar para a história como a mulher que surfou a maior de todos os tempos. Em entrevista exclusiva ao Waves, ela conta como chegou até aqui.

De Bells Beach a Raglan, Brasil vive quatro etapas de domínio histórico: vitórias, finais, nota 10 e os quatro primeiros do ranking mundial com a mesma bandeira.

Mais de cinquenta anos de câmera na mão: do Píer de Ipanema a Pipeline com Gerry Lopez, de Bob Marley no Havaí aos Rolling Stones no Maracanã. Fernando “Fedoca” Lima viveu e fotografou tudo isso. Agora reúne tudo em um livro.

Maior onda já surfada por uma mulher no Brasil é registrada por Michaela Fregonese durante swell histórico em Jaguaruna (SC)