Mundial de Longboard

Brasileiros se mantém na briga

976x642

Belezas locais de Hainan Island, na China, servem de fundo para as batalhas pelos títulos mundiais de longboard – masculino e feminino. Foto: WSL / Bennett.

 

Nesta quinta-feira (8/12), foram realizadas todas as baterias do round 3 – masculino e feminino – do Mundial de Longboard, que acontece na ilha de Hainan, na China.

Em ondas de 1 metro e séries maiores, Chloé Calmon abriu os trabalhos novamente com ótimas performances que lhe rendeu as somas de 9.0 e 7.67, derrotando a francesa Justine Mauvin (atual campeã européia) e a japonesa Natsumi Taoka (atual a campeã asiática), que havia eliminado Atalanta Batista no round 2.

Com o resultado, a carioca garantiu uma vaga nas quartas-de-final, dando mais um importante passo para o título mundial.

“As ondas estavam realmente boas hoje, é o tamanho perfeito para Riyue Bay”, disse Calmon. “Foi bom ter algumas boas pontuações. Eu tento não pensar no quão perto da vitória eu cheguei neste mesmo evento, no passado. Este é um novo ano e um novo campeonato, então estou me concentrando no que está à minha frente”, finaliza.

976x642

Chloé Calmon continua sobrando em Hainan Island, China. Foto: WSL / Hain.

 

Masculino – Entre os homens, Rodrigo Sphaier e Phil Rajzman continuam vivos na briga pelo título mundial, já Jefson Silva, que vinha de boa atuação na repescagem, acabou eliminado.

Com dois high scores, 8.93 e 9.73, Rodrigo Sphaier foi cirúrgico em suas atuação e despachou o francês Emilien Fleury, que somou 6.33 e 6.77 em suas duas melhores ondas.

Numa batalha acirrada, com 10 ondas surfadas por cada atleta, Jefson Silva acabou derrotado pelo sul-africano Steven Sawyer que somou 16.17 contra 15.86 do brasileiro.

Em outro duelo Brasil vs. França, Phil Rajzman eliminou Timothee Creignou. Em um duelo de poucas ondas, (cinco de Phil contra seis de Timothee), o brasileiro conseguiu duas boas notas, 8.67 e 8.83, contra 7.67 e 8.17 do francês, que deu adeus ao evento.

Michelle des Bouillons desceu uma onda de quase 25 metros em Nazaré e pode entrar para a história como a mulher que surfou a maior de todos os tempos. Em entrevista exclusiva ao Waves, ela conta como chegou até aqui.

De Bells Beach a Raglan, Brasil vive quatro etapas de domínio histórico: vitórias, finais, nota 10 e os quatro primeiros do ranking mundial com a mesma bandeira.

Maior onda já surfada por uma mulher no Brasil é registrada por Michaela Fregonese durante swell histórico em Jaguaruna (SC)

Doutor Guilherme Vieira Lima, explica como a estabilidade do core define a potência das manobras e protege o corpo de lesões crônicas.