QS em Sunset

Bino é terceiro

980x654

Bino Lopes é terceiro colocado no Sunset Open 2017. Foto: © WSL / Heff.

 

O brasileiro Bino Lopes foi o terceiro colocado no Sunset Open, QS1.000 da World Surf League finalizado no último sábado, em ótimas condições em Sunset Beach, Havaí.

O título ficou com o australiano Jack Robinson, autor de 14.35 pontos na final, contra 14.25 do havaiano Finn McGinn, 11.65 pontos de Bino e apenas 5.25 do peruano Miguel Tudela, quarto colocado.

Foi a primeira vitória de Jack no Qualifying Series. “Havia muitos surfistas talentosos aqui e foi um campeonato muito árduo, isso é legal”, disse Jack.

Para chegar ao pódio no sábado, os atletas tiveram que passar por mais três baterias. Destaque para a belíssima atuação de Bino Lopes nas quartas de final, arrancando 9.00 e 7.50 dos juízes para avançar em primeiro, seguido pelo havaiano Kai Lenny.

Outros brasileiros que participaram da etapa foram Yago Dora – derrotado no round 4 -, Jessé Mendes e Lucas Silveira, eliminados na terceira fase.

980x654

Miguel Tudela, Jack Robinson, Finn McGill e Bino Lopes no pódio. Foto: © WSL / Heff.

 
Bino Lopes é o segundo alternate no Championship Tour, divisão de elite do surfe mundial, atrás do californiano Nat Young. Em 2016, o baiano ocupou a zona de classificação durante boa parte do tempo, mas viu a sua vaga escapar na última etapa do ano, justamente em Sunset Beach. Já de olho nas ondas que finalizam o calendário da World Surf League, o atleta retornou ao Havaí agora em janeiro para aprimorar a sua técnica.

Agora, ele se prepara para o Volcom Pipe Pro, QS3.000 que pode começar neste domingo, em Pipeline. Bino é um dos principais cabeças-de-chave da etapa e está escalado na terceira fase junto com o havaiano Koa Smith.

Resultado do Sunset Open 2017

1 Jack Robinson (AUS)
2 Finn McGill (HAV)
3 Bino Lopes (BRA)
4 Miguel Tudela (PER)

Michelle des Bouillons desceu uma onda de quase 25 metros em Nazaré e pode entrar para a história como a mulher que surfou a maior de todos os tempos. Em entrevista exclusiva ao Waves, ela conta como chegou até aqui.

De Bells Beach a Raglan, Brasil vive quatro etapas de domínio histórico: vitórias, finais, nota 10 e os quatro primeiros do ranking mundial com a mesma bandeira.

Mais de cinquenta anos de câmera na mão: do Píer de Ipanema a Pipeline com Gerry Lopez, de Bob Marley no Havaí aos Rolling Stones no Maracanã. Fernando “Fedoca” Lima viveu e fotografou tudo isso. Agora reúne tudo em um livro.

Maior onda já surfada por uma mulher no Brasil é registrada por Michaela Fregonese durante swell histórico em Jaguaruna (SC)