O Billabong Pro Mundaka segue paralisado por falta de ondas neste sábado, mas os bastidores do circuito mundial estão fervendo no País Basco, sede da oitava etapa do World Tour 2009.
Tudo porque a ASP (Association of Surfing Professionals) anunciou as diretrizes para o ano que vem e a principal mudança é a unificação dos rankings do World Tour e do WQS para definir o campeão mundial da temporada.
As mudanças não param por aí. No lugar de provas com disputa de 48 atletas, os campeonatos terão um novo formato de 32 competidores e mais 4 wild-cards (convidados pelo patrocinador), no sentido de reduzir os dias de prova e aproveitar as melhores condições de mar possíveis.
A premiação também será mais atraente e cada etapa vai distribuir US$ 400 mil no lugar dos atuais US$ 340 mil. O circuito feminino também tem uma elevação nos prêmios em dinheiro: de US$ 630 mil para US$ 800 mil por ano.
Além dos prêmios por etapa, o campeão masculino terá um bônus de US$ 100 mil. Já a campeã leva US$ 30 mil pelo título mundial no encerramento da temporada. Outro benefício oferecido pela ASP é a adoção de um seguro e um plano de aposentadoria para os atletas.
“Estamos abertos para sugestões para a evolução de nosso Tour”, disse Brodie Carr, diretor da ASP. “Nosso foco principal é fazer o que for melhor pelo surf profissional”, enfatizou.
“A diminuição do número de competidores nas etapas do World tour e a unificação do ranking mostram que o circuito mundial da ASP seguirá sendo o evento mais valioso e dinâmico do surf profissional”, explicou o Top australiano Mick Fanning.