Noa Deane

Ano novo, casa nova

Para celebrar a contratação de Noa Deane, a Volcom produziu um material de divulgação recheado de imagens do freesurfer australiano. Confira também o texto divulgado pela marca.

“Noa Deane escuta Mudhoney. Fala sua própria língua. Escolhe fazer manobras bizarras nas junções. Odeia quando as pessoas ficam embaçando, ama quando está fodidamente doente… Noa gosta de camisetas grandes, de calças largas e bunny hops em lajes de pedra. Seu chapéu zoado roubou em um show do Goons of Doom. Você roubou? Devolva. Nah, é legal, ele tem um novo para o Natal.

Noa ama sua mãe e seu pai, adora tocar sua Stratocaster no último volume no seu quarto, adora seus amigos… ama muito eles… Ele é pirado na sua garota, mas mantem ela “de boa”, quer dar espaço a ela, não quer sufoca-la… Ele sabe o valor de ser discreto. Noa mora em uma cabana no jardim da casa do Ozzy Wright, tem fotos na parede de quando Ozzy era moleque. Tem fotos do Alien. Do Barney. Do Bruce. Ele queria surfar pela Volcom desde então. Não sabia dizer o motivo, mas conseguia sentir… Liberdade. Parentes. O stone estava efervescente. Ele sabia que um dia aconteceria, mas primeiro… o de sempre. Boardriders, zoeira de moleque, campeonatos nacionais, adesivos, passaportes, surf trips, capas de revistas, bagunça, tornozelo torcido, Cheese II, Strange Rumblings, A.I. Breakthrough, ‘surfa igual ao Dane, é igual ao Cobain’, Skegss, Cluster,… a WSL, Pulp e Blister até o momento, que chega aqui, agora. O início do resto da sua vida…

Noa é uma boa pessoa. Uma pessoa que pode mudar a percepcão das pessoas sobre o surf apenas por ser ele mesmo, por falar o que pensa, por surfar como surfa. Ele é o antídoto do surf com um plano. Tem o DNA de todos os surfistas que são mendigos, rabugentos e puristas de veias de sangue quente e da deliciosa ignorância da juventude que vive ao seu lado.

Ele é o vivo, respirando a encarnação do stone. Se a Volcom tivesse um bebê, seria Noa Deane. Bem-vindo à família…”.

Michelle des Bouillons desceu uma onda de quase 25 metros em Nazaré e pode entrar para a história como a mulher que surfou a maior de todos os tempos. Em entrevista exclusiva ao Waves, ela conta como chegou até aqui.

De Bells Beach a Raglan, Brasil vive quatro etapas de domínio histórico: vitórias, finais, nota 10 e os quatro primeiros do ranking mundial com a mesma bandeira.

Maior onda já surfada por uma mulher no Brasil é registrada por Michaela Fregonese durante swell histórico em Jaguaruna (SC)

Doutor Guilherme Vieira Lima, explica como a estabilidade do core define a potência das manobras e protege o corpo de lesões crônicas.