Série ao Fundo

Análise de Trestles

Foi a etapa mais polêmica dos últimos tempos. Vários surfistas da elite meteram a boca no trombone contra as notas e julgamentos de algumas baterias. Gabriel Medina, Julian Wilson, Jeremy Flores, Slater, todos eles entraram na discussão sobre possíveis erros dos juízes da WSL nas redes sociais, que foram completamente tomadas por manifestações de indignação. 

A eliminação controversa de Medina para Tanner Gudauskas é tema do novo Série ao Fundo, que chega com as opiniões e considerações de Renan Rocha e Edinho Leite. A intenção não é fomentar um movimento de raiva, nem tumultuar ainda mais o debate com posicionamentos extremos e passionais. Nossos comentaristas tentam entender como funcionou o critério de julgamento, quais podem ter sido as falhas e questionam como alinhar a expectativa de atletas e juízes sobre o que define uma onda “bem surfada”.

Também analisamos o surfe potente do sul-africano Jordy Smith, que nas direitas de Trestles inverteu bico e rabeta com uma fluidez impressionante, faturando o bicampeonato na Califórnia e chegando à quarta posição no ranking geral.

Destaque também para o veterano australiano Joel Parkinson e seu frontside estiloso, que o fez voltar a uma final depois de tanto tempo. Entre os brazucas, Renan e Edinho enaltecem as performances de Alex Ribeiro e Filipe Toledo. Filipinho dominou todo o evento, mas acabou eliminado na semifinal justamente pelo campeão Jordy Smith. 

Então rema, porque vem Série ao Fundo!!!

Michelle des Bouillons desceu uma onda de quase 25 metros em Nazaré e pode entrar para a história como a mulher que surfou a maior de todos os tempos. Em entrevista exclusiva ao Waves, ela conta como chegou até aqui.

De Bells Beach a Raglan, Brasil vive quatro etapas de domínio histórico: vitórias, finais, nota 10 e os quatro primeiros do ranking mundial com a mesma bandeira.

Mais de cinquenta anos de câmera na mão: do Píer de Ipanema a Pipeline com Gerry Lopez, de Bob Marley no Havaí aos Rolling Stones no Maracanã. Fernando “Fedoca” Lima viveu e fotografou tudo isso. Agora reúne tudo em um livro.

Maior onda já surfada por uma mulher no Brasil é registrada por Michaela Fregonese durante swell histórico em Jaguaruna (SC)