Viagem musical

Músico santista Heitor Vallim passeia por diferentes ritmos no álbum To Be Free.

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Gabriela Haydée
Heitor Vallim se aventura em novas linguagens no álbum To Be Free.

Natural da cidade de Santos (SP), Heitor Vallim agora reside em Portugal, onde se aventura em diferentes linguagens para manifestar sua arte e surfar novas ondas.

Em 2016 ele lançou o seu primeiro trabalho, o EP Naissance, com influência do folk norte-americano e do blues. Já em 2018 veio o seu primeiro disco, Calvário, em que o foco era o existencialismo e o som caminhava para uma psicodelia distorcida.

Mantendo o pé no folk, 2019 foi o ano de vir com o primeiro trabalho 100% instrumental, o EP Insomnia, que foi muito elogiado pelos arranjos de violinos, sintetizadores e pianos. Encerrando a temporada veio o EP L.O.S.T., no qual Vallim apostou no pop e beats eletrônicos.

Como visto, a mudança sempre foi a única repetição nos trabalhos de Heitor. O novo álbum To Be Free vem para confirmar isso. Ele é composto por sete faixas instrumentais que traduzem os momentos do surfe no olhar de Heitor. As influências variam do rock setentista ao indie folk.

To Be Free:

A sonorização das ondas não é novidade para Heitor. Em 2018 ele participou da trilha sonora do filme The Other Side, que foi selecionado para os Festivais de filmes de surfe Mimpi (RJ) e Lagoa Surf Arte (SC). Em 2019 ele apareceu com a música Lost Beach, para o filme do aclamado surfista australiano Torren Martyn, vencedor do premio de surfista mais estiloso de 2019 pela revista Surfer.

Confira acima o novo álbum de Heitor Vallim.