Últimas

Guga Arruda inspira-se no skate para lançar a SK11, modelo de prancha produzido com a tecnologia da Powerlight.

Yago Dora apresenta o modelo de alta performance What?!, desenvolvido pelo shaper Rogério Arenque em parceria com a Powerlight.

Jake Kelley dropa as bombas de Cloudbreak, Fiji, com uma prancha tamanho 5’4”.

Shaper Guga Arruda investe em flexibilidade e velocidade com a nova tecnologia Powerlight Tail Flex.

Estreante no CT desta temporada, Deivid Silva apresenta o foguete DS16, feito em parceria com o shaper Marcos Pereira.

Empresário cria modelo de clube que possibilita aos sócios compartilharem pranchas.

A Mid Length, ou tamanho médio, é exatamente o que o nome indica: maior que sua pranchinha e menor do que um longboard. Porque ter uma dessas? Bom, se você está aprendendo a surfar e não está a fim de passar pelo longboard, essa é uma ótima opção. O outline mais paralelo, por conta da largura mais acentuada do bico, também a deixa bem estável. Se não tiver bordas muito baixas ela vai te ajudar a corrigir curvas erradas. Diferente de suas merrequeiras, essas pranchas também podem e devem ser usadas em ondas maiores. Afinal de contas, são grandes, inspirados nos modelos que surgiram quando saímos da era dos longboards. Se você não tem mais aquele preparo todo e está cansado de disputar ondas com a molecada esfomeada e perder várias, essa é sua chance de redenção. O volume desses modelos, sempre avantajado, aliado ao rocker baixo, garantem uma remada para lá de poderosa. Legenda vídeo:
 Beau Young sente a prancha soltinha, já que está acostumado com logs. A prancha desliza nas ondas com facilidade, fazendo com que você não tenha que se esforçar para gerar velocidade. É aquele tipo de prancha que te ajuda a corrigir o estilo, se divertir em mares pequenos, traçando linhas diferentes, sem precisar de um long e proporciona segurança e manobrabilidade em ondas maiores. A opção de 2 + 1, ou seja, uma quilha central maior com opção do uso de estabilizadores laterais, confere às Mid Lenghts uma sensação de monoquilha, só que não tão lentas e nem chegadas àquelas derrapadas no momento errado. Elas te levam para passear. Pode não parecer, mas essas pranchas são muito boas em tubos, mantendo a linha na onda, dando segurança lá dentro e ganhando velocidade como um torpedo. Conforme a equação entre seu tamanho/peso e o tamanho/volume da prancha você terá uma campeã de remada com possibilidade de fazer o duck dive, joelhinho, ou como queira chamar a manobra de passar por baixo das ondas para chegar ao outside. Legenda vídeo:
 Devon Howard, no ótimo “One California Day”, já fazia a festa com uma Mid Lenght. As Mid Lenghts podem variar de 6’6” a 8’, normalmente com mais de 21 polegadas de largura, mas isso não é uma regra. O fato é que elas, quando maiores, me parecem uma versão dos glides para a turma que não é dos longs, com a vantagem de serem mais versáteis quando o assunto é manobra. Farei outro post falando de onde elas surgiram, ou melhor, ressurgiram, agora com toques de atualidade hidrodinâmica. É uma história interessante e nos conecta com boa parte da revolução de design que nos trouxe até aqui.