Margaret River

Abertura adiada

Drug Aware Pro é adiado por dois dias devido às condições ruins do mar em Margaret River, Austrália.

A WSL optou por adiar o Drug Aware Pro nos dois primeiros dias da janela de espera, devido às condições ruins do mar no oeste australiano.

Uma ondulação mais consistente só deve chegar à região a partir do terceiro dia do período de espera.

Conforme publicamos na reportagem Por dentro da previsão, a expectativa nos primeiros dias é de ondas mexidas, prejudicadas pelo vento maral.

Na quinta-feira (sexta na Austrália), um swell com ondas de 15 a 20 pés de face deve bombar em Margaret River, mas com vento sul (lateral), o que não favorece muito a formação das ondas.

No dia seguinte, a ondulação tende a manter sua consistência, perdendo um pouco de força somente à tarde, e o vento vira para sudeste (terral) pela manhã, soprando lateralmente (sul) à tarde.

O sábado (domingo na Austrália) também deve contar com um vento terral pela manhã e lateral à tarde, mas com ondas menores, quebrando de 8 a 12 pés de face, diminuindo no período da tarde. O mesmo acontece no dia seguinte (domingo no Brasil e segunda na Austrália).

Durante esta primeira semana da janela de espera, as melhores condições para o pico de North Point (opção alternativa para receber as baterias) parecem ser quinta e sexta-feira.

Na segunda semana, um swell mediano marcha em direção à costa e pode quebrar nos dias 16 e 17 (17 e 18 na Austrália), com potencial para uma ondulação maior de 18 a 20 (19 a 21 na Austrália).

A próxima chamada para o evento acontece nesta quinta-feira, em horário a definir.

https://www.youtube.com/watch?v=UkE_JhsMx2s

Baterias da primeira fase

1 Matt Wilkinson (AUS), Connor O’Leary (AUS), Keanu Asing (HAV)
2 Jordy Smith (AFR), Tomas Hermes (BRA), Ian Gouveia (BRA)
3 Owen Wright (AUS), Caio Ibelli (BRA), Miguel Pupo (BRA)
4 John John Florence (HAV), Wade Carmichael (AUS), Mikey Wright (AUS)
5 Gabriel Medina (BRA), Joan Duru (FRA), Kael Walsh (AUS)
6 Julian Wilson (AUS), Jessé Mendes (BRA), David Delroy-Carr (AUS)
7 Filipe Toledo (BRA), Conner Coffin (EUA), Michael February (AFR)
8 Adriano de Souza (BRA), Kanoa Igarashi (JPN), Yago Dora (BRA)
9 Adrian Buchan (AUS), Griffin Colapinto (EUA), Willian Cardoso (BRA)
10 Italo Ferreira (BRA), Sebastian Zietz (HAV), Michael Rodrigues (BRA)
11 Kolohe Andino (EUA), Frederico Morais (POR), Ezekiel Lau (HAV)
12 Joel Parkinson (AUS), Michel Bourez (TAI), Patrick Gudauskas (EUA)

Michelle des Bouillons desceu uma onda de quase 25 metros em Nazaré e pode entrar para a história como a mulher que surfou a maior de todos os tempos. Em entrevista exclusiva ao Waves, ela conta como chegou até aqui.

De Bells Beach a Raglan, Brasil vive quatro etapas de domínio histórico: vitórias, finais, nota 10 e os quatro primeiros do ranking mundial com a mesma bandeira.

Maior onda já surfada por uma mulher no Brasil é registrada por Michaela Fregonese durante swell histórico em Jaguaruna (SC)

Doutor Guilherme Vieira Lima, explica como a estabilidade do core define a potência das manobras e protege o corpo de lesões crônicas.