Michaela Fregonese

Big rider destemida

Candidata ao prêmio de Melhor Onda do Ano, Michaela Fregonese bate um papo com o Série ao Fundo.

https://youtu.be/iJFBWzplGFM

No dia 31 de dezembro, Michaela Fregonese desafiou todos os limites e entubou em uma onda de mais de 45 pés em Jaws, Havaí.

Em novo episódio de Quarentena SAF, a big rider paranaense relata a experiência e admite orgulho da façanha: “Fiquei uns cinco dias sem conseguir dormir depois por causa da adrenalina”, conta.

Com muitas temporadas no Havaí e Indonésia, Michaela conta que a intimidade com os tubos fez a diferença: “Foi uma coisa meio instintiva mesmo, de ver que a onda ia rodar e colocar no trilho. Foram segundos, eu quase tomei a lipada”, relata.

A craca surfada na última temporada havaiana concorre ao prêmio Big Wave Awards na categoria Melhor Onda do Ano. No ano passado, Michaela também fez história ao se tornar a primeira campeã de um evento feminino de big surf no Brasil.

Foto de capa WSL / Keoki

Michelle des Bouillons desceu uma onda de quase 25 metros em Nazaré e pode entrar para a história como a mulher que surfou a maior de todos os tempos. Em entrevista exclusiva ao Waves, ela conta como chegou até aqui.

De Bells Beach a Raglan, Brasil vive quatro etapas de domínio histórico: vitórias, finais, nota 10 e os quatro primeiros do ranking mundial com a mesma bandeira.

Maior onda já surfada por uma mulher no Brasil é registrada por Michaela Fregonese durante swell histórico em Jaguaruna (SC)

Doutor Guilherme Vieira Lima, explica como a estabilidade do core define a potência das manobras e protege o corpo de lesões crônicas.