Depois de quatro dias paralisado, o WCT Brasil foi reiniciado neste domingo, em ondas mexidas de meio metro na praia da Vila, Imbituba.

 

Válida como a 10a etapa da divisão de elite mundial, a prova distribui US$ 260 mil em prêmios e tem prazo de encerramento até a próxima quarta-feira (8/11)

 

Na primeira bateria do dia, o carioca Yuri Sodré não conseguiu superar o australiano Bede Durbidge, autor de 13.50 pontos, contra 11.43 do brazuca.

 

Em seguida, o norte-americano CJ Hobgood despachou o novato australiano Adrian Buchan por 14.50 a 11.00 pontos.

 

Toby Martin e Shaun Cansdell travaram um duelo 100% aussie na terceira bateria do dia. Com uma nota 8.17 nos minutos finais, Martin virou o placar e bateu o jovem Cansdell por 13.07 a 12.73.

 

Três brazucas estão escalados nos próximos duelos, mas apenas dois caem na água. O carioca Pedro Henrique encara o havaiano Fred Patacchia, enquanto o pernambucano Paulo Moura encerra a rodada contra o norte-americano Chris Ward.

 

O paulista Adriano “Mineirinho” foi beneficiado pela contusão do australiano Jarrad Howse e já está classificado para a terceira fase.

 

Michelle des Bouillons desceu uma onda de quase 25 metros em Nazaré e pode entrar para a história como a mulher que surfou a maior de todos os tempos. Em entrevista exclusiva ao Waves, ela conta como chegou até aqui.

De Bells Beach a Raglan, Brasil vive quatro etapas de domínio histórico: vitórias, finais, nota 10 e os quatro primeiros do ranking mundial com a mesma bandeira.

Mais de cinquenta anos de câmera na mão: do Píer de Ipanema a Pipeline com Gerry Lopez, de Bob Marley no Havaí aos Rolling Stones no Maracanã. Fernando “Fedoca” Lima viveu e fotografou tudo isso. Agora reúne tudo em um livro.

Maior onda já surfada por uma mulher no Brasil é registrada por Michaela Fregonese durante swell histórico em Jaguaruna (SC)