Roubada na Indonésia

Willian em recuperação

Willian Cardoso vai ao SuperSurf de Maresias para obter pontuação mínima. Foto: Daniel Smorigo.

Atual líder do SuperSurf 2008, o catarinense Willian Cardoso, 22, fraturou a tíbia da perna direita ao concluir uma manobra radical durante uma session em Sumatra, Indonésia.

 

O atleta planejava competir o SriLankan Airlines Pro 2008, etapa de nível 6 estrelas do WQS que rola em Maldivas, porém voltou ao Brasil e estará presente na etapa do SuperSurf de Maresias que rola entre os dias 11 e 15 de junho, para obter pontuação mínima.

 

Como foi o acidente? Onde você estava?

Eu estava em Sumatra, surfando, produzindo imagens e treinando para o WQS das Maldivas, que seria na mesma data do SuperSurf de Maresias, no qual eu não pontuaria.

 

A contusão aconteceu durante uma session matinal. Eu estava no final da session e comecei a dar vários aéreos, mas em um desses acabei machucando sério o tornozelo. Sofri uma fratura da tíbia próximo ao tornozelo e uma ruptura parcial de um dos ligamentos.
 

Como isto pode afetar teus resultados, que diga-se de passagem estão ótimos, no WQS e SuperSurf?

 

O problema de ficar fora dessas etapas do WQS (Maldivas, Forte, Guarujá e Durban) é que seria uma perna muito boa, que passa por lugares que eu gosto muito, mas também é um momento de pensar nos objetivos e na seqüência treinar forte para dar a volta por cima quando eu voltar, buscando bons resultados. A minha meta é estar pronto para a quarta etapa do SuperSurf em Itamambuca.

 

Quais são os procedimentos quando um atleta se machuca na véspera da etapa?

 

Voltar pra casa, procurar uma ajuda adequada e ter calma, pois tudo tem seu tempo. Fiz raio-x e ressonância. Hoje estou fazendo fisioterapia e muito pilates para não perder a forma.

 

Você vai a Maresias para pontuar? Como fará isso?

 

Eu estou indo pra Maresias para obter pontuação mínima, pois como eu estaria nas Maldivas não pontuaria nesta etapa. O mínimo que posso fazer é isso, além de ir lá e torcer pros meus amigos.

 

Michelle des Bouillons desceu uma onda de quase 25 metros em Nazaré e pode entrar para a história como a mulher que surfou a maior de todos os tempos. Em entrevista exclusiva ao Waves, ela conta como chegou até aqui.

De Bells Beach a Raglan, Brasil vive quatro etapas de domínio histórico: vitórias, finais, nota 10 e os quatro primeiros do ranking mundial com a mesma bandeira.

Maior onda já surfada por uma mulher no Brasil é registrada por Michaela Fregonese durante swell histórico em Jaguaruna (SC)

Doutor Guilherme Vieira Lima, explica como a estabilidade do core define a potência das manobras e protege o corpo de lesões crônicas.