Vou montar uma pousada!

Olá, galera!

Voltei da Bahia e está quase tudo pronto para inaugurar a minha pousada! Brincadeira!

 

É que mais uma vez fiquei em quarto, desta vez na categoria Júnior. É sempre assim. Na maioria dos campeonatos até consigo chegar à final, mas aí ou eu ganho ou fico na quarta colocação.

 

Segundo ou terceiro lugar não rola!! Não sei o que acontece.

Eu não conhecia Ilhéus e foi muito legal. O lugar é lindo, a água é quente e fui bem nas oitavas, quartas e na semifinal. Numa bateria fiz uma nota sete e outra seis e pouco.

 

Nunca tinha tirado notas tão altas numa bateria do brasileiro. Foi bem massa, mas a briga com as outras meninas não é fácil, não. Todas estão surfando bem e do mesmo jeito que fui para a final poderia ter perdido de cara.

Mas, não posso ficar triste pois fui até a semi na Open e agora subi nos dois rankings. Porém, não vai ser fácil garantir uma das duas vagas na equipe brasileira que disputa o ISA Games, em dezembro, no Tahiti.

Ainda tem mais uma etapa do brasileiro, que vai rolar em São Francisco do Sul, em Santa Catarina, em outubro. E como no próximo mês tem ainda mais uns três
campeonatos, preciso me esforçar na escola para não perder mais aula nem prova.

 

Este é o ano da minha formatura do primeiro grau. Até que não está difícil este ano, estudar, treinar e competir. Mas, não posso vacilar.

 

Michelle des Bouillons desceu uma onda de quase 25 metros em Nazaré e pode entrar para a história como a mulher que surfou a maior de todos os tempos. Em entrevista exclusiva ao Waves, ela conta como chegou até aqui.

De Bells Beach a Raglan, Brasil vive quatro etapas de domínio histórico: vitórias, finais, nota 10 e os quatro primeiros do ranking mundial com a mesma bandeira.

Mais de cinquenta anos de câmera na mão: do Píer de Ipanema a Pipeline com Gerry Lopez, de Bob Marley no Havaí aos Rolling Stones no Maracanã. Fernando “Fedoca” Lima viveu e fotografou tudo isso. Agora reúne tudo em um livro.

Maior onda já surfada por uma mulher no Brasil é registrada por Michaela Fregonese durante swell histórico em Jaguaruna (SC)