A edição de junho da revista Surf & Beach Fashion Business marca um importante estágio do mercado de surfwear brasileiro.

 

A matéria de capa destaca algumas das principais marcas que ajudaram a criar e consolidar o estilo de vida desse adorado esporte chamado surfe e que completam nada menos do que vinte anos na estrada.

 

Marcas como a Fico, Star Point, 775, Hang Loose, Tropical Brasil, entre outras, cujos proprietários contam como apostaram num sonho que não tinha parâmetros nem referencias, e mesmo sobreviveram num cenário difícil e de economia conturbada como o brasileiro.

 

Além disso, a edição traz uma reportagem não menos especial sobre como o surfe atraiu de vez a forte indústria automobilística mundial, com diversas montadoras apostando em modelos cujo principal apelo é a ligação com o esporte, uma grande sacada de marketing que pode ser aproveitada inclusive por outros segmentos.

 

Prova disso é o sucesso do Peugeot Quiksilver e da Saveiro SuperSurf no Brasil, do Clio Billabong na Europa e dos lançamentos de modelos esportivos como o Palio Weekend e Strada Adventure, Ford EcoSport e o importado Dodge Kahuna, ainda sem previsão para chegar no Brasil.

 

Falando em marketing, nada mais pertinente do que emprestar um pouco do astral praiano às lojas dos Shoppings Centers paulistas, impregnados com as loucuras de uma das maiores e mais agitadas metrópoles do planeta, como mostra a matéria sobre as novas surf-shops do pedaço.

 

E já que a edição trata justamente do que o surfe tem de mais atraente, o estilo de vida, um editorial desencanado sobre o lifestyle dos longboarders na praia de Maresias, em São Sebastião, litoral norte de São Paulo, durante o mundial de longboard, mostra o real espírito da coisa.

 

Por fim, uma entrevista com o gaúcho Gustavo Schifino, dono da rede Trópico e Tehuá (feminina), fundada em 87, uma das maiores redes de surf-shops do país, com unidades em Porto Alegre, Torres, Novo Hamburgo e Viña Del Mar, no Chile, mostra como andam os negócios desta bem-sucedida empresa. 

Michelle des Bouillons desceu uma onda de quase 25 metros em Nazaré e pode entrar para a história como a mulher que surfou a maior de todos os tempos. Em entrevista exclusiva ao Waves, ela conta como chegou até aqui.

De Bells Beach a Raglan, Brasil vive quatro etapas de domínio histórico: vitórias, finais, nota 10 e os quatro primeiros do ranking mundial com a mesma bandeira.

Mais de cinquenta anos de câmera na mão: do Píer de Ipanema a Pipeline com Gerry Lopez, de Bob Marley no Havaí aos Rolling Stones no Maracanã. Fernando “Fedoca” Lima viveu e fotografou tudo isso. Agora reúne tudo em um livro.

Maior onda já surfada por uma mulher no Brasil é registrada por Michaela Fregonese durante swell histórico em Jaguaruna (SC)