Valor Econômico destaca Bad Boy

Edição do jornal Valor Econômico publicada no último dia 25 noticia a recuperação financeira da marca Bad Boy.

 

No final de 2002, os sócios Nair Afonso Martinez e Marco Antonio Merhej, licenciados da marca no país, enfrentaram uma crise financeira em uma de suas empresas, a Bad Comércio, responsável pela comercialização da linha de confecção.

 

A marca, pertencente à empresa americana Platypus e comercializada no Japão, África do Sul, Austrália e Europa, chegou ao mercado brasileiro há 14 anos.

 

 

Nair Afonso e Marco Antônio não conseguiram administrar o rápido crescimento, pediram concordata em dezembro de 2001 e logo depois a empresa foi desativada.

 

Com isso, em 2002, a Big Blue, que administrava a licença da marca para outros produtos (exceto vestuário), tornou-se o principal negócio dos sócios.

 

Para iniciar a reestruturação, os sócios decidiram negociar a licença de confecção das roupas para outras grifes como Side Way e Sand Beach.

 

A partir daí, a Big Blue incrementou em 40% sua receita.

 

De acordo com a reportagem, em 2000 a Bad Comércio possuía 80 funcionários. Atualmente, a Big Blue emprega 15 pessoas e, apesar da crise, apresentou uma expansão de 36,8% no primeiro trimestre de 2006, em relação à receita acumulada no mesmo período de 2002.
 
Hoje, a empresa licencia a marca Bad Boy para 18 empresas, sendo que a confecção de roupas representa 75% do faturamento da Big Blue.

 

Ainda de acordo com a reportagem, depois da reestruturação a previsão de crescimento da Big Blue é de 15% para este ano.

 

Atualmente, a empresa também investe em novas parcerias para licenciamento. Um exemplo é a negociação com a Diplomata, fabricante de roupa de cama mesa e banho.

 

Além disso, a Big Blue ajustou o foco no desenvolvimento de outras cinco grifes dos sócios – voltadas para o público jovem.

 

 

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