Kirra, Austrália, já foi considerada uma das melhores e mais extensas direitas do mundo. Apesar de ter recebido a final da primeira etapa do circuito mundial deste ano, com a vitória do norte-americano Kelly Slater sobre o local Joel Parkinson, a qualidade das ondas do famoso beach break há tempos não é mais a mesma.
Esforços estão sendo realizados para restaurar a qualidade da onda. O molhe, construído para impedir a erosão da praia, recebeu uma extensão de 30 metros, o que deve garantir a volta dos tubos de Kirra.
O pico é um dos mais crowdeados do mundo, e em dias de swell, é possível contar centenas de cabeças na água.
Para Wayne Rabbit Bartholomew, campeão mundial de 1978, os esforços para melhorar a onda beneficiarão as próximas geração de surfistas.
“Os últimos a moldar o surf nas ondas de Kirra foram os surfistas da geração composta por Joel Parkinson, Mick Fanning, Dean Morrison, Dave Rastovich e Damon Harvey. Este já foi o melhor tubo do mundo e foi onde eles aprenderam a entubar e desenvolveram as habilidades que os transformaram em campeões mundiais”.