O retorno de Kirra

Tubos em construção

Famosos tubos de Kirra devem voltar a quebrar. Foto: Gabriel Teixeira.

Kirra, Austrália, já foi considerada uma das melhores e mais extensas direitas do mundo. Apesar de ter recebido a final da primeira etapa do circuito mundial deste ano, com a vitória do norte-americano Kelly Slater sobre o local Joel Parkinson, a qualidade das ondas do famoso beach break há tempos não é mais a mesma.

 

Esforços estão sendo realizados para restaurar a qualidade da onda. O molhe, construído para impedir a erosão da praia, recebeu uma extensão de 30 metros, o que deve garantir a volta dos tubos de Kirra.

 

O pico é um dos mais crowdeados do mundo, e em dias de swell, é possível contar centenas de cabeças na água.

 

Para Wayne Rabbit Bartholomew, campeão mundial de 1978, os esforços para melhorar a onda beneficiarão as próximas geração de surfistas.

 

“Os últimos a moldar o surf nas ondas de Kirra foram os surfistas da geração composta por Joel Parkinson, Mick Fanning, Dean Morrison, Dave Rastovich e Damon Harvey. Este já foi o melhor tubo do mundo e foi onde eles aprenderam a entubar e desenvolveram as habilidades que os transformaram em campeões mundiais”.

 

Fonte ABC

Michelle des Bouillons desceu uma onda de quase 25 metros em Nazaré e pode entrar para a história como a mulher que surfou a maior de todos os tempos. Em entrevista exclusiva ao Waves, ela conta como chegou até aqui.

De Bells Beach a Raglan, Brasil vive quatro etapas de domínio histórico: vitórias, finais, nota 10 e os quatro primeiros do ranking mundial com a mesma bandeira.

Maior onda já surfada por uma mulher no Brasil é registrada por Michaela Fregonese durante swell histórico em Jaguaruna (SC)

Doutor Guilherme Vieira Lima, explica como a estabilidade do core define a potência das manobras e protege o corpo de lesões crônicas.