
Enquanto os surfistas que disputaram a perna européia do WQS arrumavam as malas para voltar para casa, o carioca Marcelo Trekinho partiu para um destino pouco comum entre os atletas do Tour.
Após alcançar as oitavas-de-final em Anglet e Hossegor, Trekinho se aventurou nas ondas do Mediterrâneo, na Itália. Mais precisamente na ilha de Sardenha, um verdadeiro paraíso localizado ao sudoeste da Itália.
A convite da Veltra, um de seus patrocinadores, o surfista foi conhecer alguns dos melhores picos da Itália, país que normalmente não é lembrado
por quem decide embarcar numa surf trip.
Acostumado a competir em algumas das melhores praias do mundo, Trekinho se surpreendeu com a beleza do lugar e a perfeição das ondas.
“Na Sardenha você pode pegar as melhores ondas da Itália. É o lugar que mais recebe ondulação. O que não falta por lá são ondas de qualidade. Normalmente não se pensa muito em viajar para um lugar desses quando se quer pegar onda, mas vale muito a pena. Foi sensacional surfar no Mediterrâneo”, diz Trekinho, que fez a cabeça apesar do pequeno swell que rolou durante sua aventura italiana.
Acompanhado pelo atleta profissional italiano Federico Vanno, Trekinho arrebentou nas ondas de Baia Chia, na província de Cagliari, sul da Sardenha.
“O sul da Sardenha se parece muito com Garopaba em alguns aspectos. As praias são lindas, com muitas dunas”, recorda o carioca.
Além da Sardenha, Trekinho teve a chance de conhecer outros picos da Itália durante a trip. “Tem um local chamado Banzai onde rolam boas ondas e sempre tem muitos fotógrafos e videomakers na praia. É um fundo de pedras para a direita, conhecido por ser o local mais constante de Roma”.
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