Esporte e ciência

Trabalho acadêmico avalia surfistas

Surf Attack Center avalia e orienta jovens atletas. Foto: Divulgação.

O 31º Simpósio Internacional de Ciências do Esporte rolou entre os últimos dias 9 e 11 de outubro em São Paulo.

 

O evento é organizado pelo CELAFISCS (Centro de Estudos do Laboratório de Aptidão Física de São Caetano do Sul) e movimenta bastante com a comunidade científica da área da saúde, tornando-se referência pelo pioneirismo, criatividade e conhecimento gerado.

Neste ano, Claudioney Batista, Mariana Barbosa, Thiago Ferrão e Karyna Pugliese utilizaram os dados coletados durante as etapas do Circuito Paulista Amador para elaborar dois artigos científicos relacionados ao surf. Um sobre a flexibilidade de quadril e outro sobre a resistência abdominal dos atletas amadores.

O grupo é ligado à Escola de Surf da Riviera e desenvolve há cinco anos o Surf Attack Center – uma tenda de avaliação e orientação para jovens talentos amadores do Circuito Paulista.

 

Além do preparador físico, os atletas contam com fisioterapeuta, nutricionista e um bacharel em esportes à disposição, para orientá-los durante os finais de semana dos eventos, educando desde cedo as novas gerações do surf nacional.

Os trabalhos feitos abordaram temas inéditos e foram apresentados com bastante entusiasmo à banca de avaliadores.

 

Michelle des Bouillons desceu uma onda de quase 25 metros em Nazaré e pode entrar para a história como a mulher que surfou a maior de todos os tempos. Em entrevista exclusiva ao Waves, ela conta como chegou até aqui.

De Bells Beach a Raglan, Brasil vive quatro etapas de domínio histórico: vitórias, finais, nota 10 e os quatro primeiros do ranking mundial com a mesma bandeira.

Maior onda já surfada por uma mulher no Brasil é registrada por Michaela Fregonese durante swell histórico em Jaguaruna (SC)

Doutor Guilherme Vieira Lima, explica como a estabilidade do core define a potência das manobras e protege o corpo de lesões crônicas.