
Famoso pelas inovações, o shaper carioca Henry Lelot promove um intercâmbio com os Tops do WCT que estão no Brasil para a etapa do tour.
Atletas como o havaiano Andy Irons, Mark Occhilupo, Taj Burrow e Joel Parkinson sempre testam os foguetes do shaper quando estão no Brasil.
Esse trabalho começou em 1989 com o aussie Barton Lynch, e depois Matt Hoy e Toby Martin. Desde então, o shaper aposta na troca de informações para aprimorar os foguetes.
“Sempre gostei de analisar as pranchas dos Tops do WCT. Tirar medidas, ver o que funciona e novidades. Países como Austrália e Estados Unidos são lideres em inovações”, analisa Lelot.
O shaper também afirmou que acabou de fechar uma parceria com o bicampeão do WQS Neco Padaratz, que testará suas pranchas se entrar para o WCT 2007.
O havaiano Andy Irons surfou com a primeira prancha de Lelot em 2002. A partir daí, anualmente o havaiano encomenda foguetes para a etapa brasileira.
?Os shapes são leves e com bastante projeção, principalmente em beach breacks. Funcionam muito bem?, elogia o tricampeão mundial.
Ao desenvolver o Computer Design System (CDS) em 1992, Lelot deu um grande passo no mercado nacional e internacional, com o lançamento do programa Surfcad, que permite ao shaper definir as medidas da prancha com precisão por intermédio do computador.