São vários os motivos para os atletas da elite mundial apreciarem a prova brasileira do WCT.

 

Alguns até gostam das ondas, outros ficam felizes com a recepção dos fãs, mas o que realmente faz sucesso entre os Tops é o roteiro de baladas, bem como as belas mulheres que enfeitam o campeonato no Sul do Brasil.

 

Tanto é que a maioria veio ao Brasil desacompanhado para curtir o circuito ‘paralelo’  e efervescente de baladas que pipocam por todos os cantos.

 

“Aqui rolam as melhores festas e as garotas são demais. Bonitas, inteligentes e comunicativas. Elas sabem se divertir”, comenta Nathah Hedge,

da Austrália.

 

“Estou namorando, mas infelizmente neste campeonato ela não pôde me acompanhar. Tive que vir sozinho mesmo”, diz Mick Fanning.

 

A galeria dos desacompanhados inclui Taj Burrow, Bruce Irons, Fred Patacchia, Adrian Buchan, Bob Martinez, entre outros.

 

Na contramão está um grupo de atletas que sempre que pode leva as esposas, ou respectivas namoradas, para as etapas do circuito.

 

Caso dos brasileiros Pedro Henrique, Raoni Monteiro, bem como o tricampeão mundial Andy Irons (sempre acompanhado pela bela Lyndie).

 

“Realmente é melhor viajar com a namorada, pois isso aumenta o foco e a concentração na competição”, conclui o havaiano Andy Irons.

 

Michelle des Bouillons desceu uma onda de quase 25 metros em Nazaré e pode entrar para a história como a mulher que surfou a maior de todos os tempos. Em entrevista exclusiva ao Waves, ela conta como chegou até aqui.

De Bells Beach a Raglan, Brasil vive quatro etapas de domínio histórico: vitórias, finais, nota 10 e os quatro primeiros do ranking mundial com a mesma bandeira.

Mais de cinquenta anos de câmera na mão: do Píer de Ipanema a Pipeline com Gerry Lopez, de Bob Marley no Havaí aos Rolling Stones no Maracanã. Fernando “Fedoca” Lima viveu e fotografou tudo isso. Agora reúne tudo em um livro.

Maior onda já surfada por uma mulher no Brasil é registrada por Michaela Fregonese durante swell histórico em Jaguaruna (SC)