The Boost Mobile Pro começa com altas ondas

O The Boost Mobile Pro, sexta etapa do WCT, teve início na manhã desta quinta-feira (05/09) em condições fantásticas em Lower Trestles, Califórnia (EUA).

 

O primeiro round começou às 8:30 horas e 16 baterias serão realizadas até o final do dia.

 

Com ondas variando entre 3 e 5 pés o campeonato promete ser histórico, pois o furacão Hernan foi o grande responsável pela excelente qualidade das ondas.

O time brasileiro disputa o evento embalado pelos bons resultados obtidos na perna európéia do WQS.

 

Até o momento foram realizadas quatro baterias. Na primeira, o australiano Luke Egan somou 16.50 pontos e venceu por pouco o hexacampeão mundial Kelly Slater, que computou 16.25 pontos. Em terceiro ficou o sul-africano Paul Canning (12.85).

 

Na segunda bateria, Darren O’Rafferty, da Austrália, se deu bem conquistando 14.84 pontos na soma de suas três melhores ondas. O havaiano Kalanni Robb ficou em segundo com 13.0 pontos, e Lee Winkler (Aus) terminou na terceira posição (7.0).

 

O primeiro brazuca a cair na água foi o carioca Victor Ribas, na terceira bateria. Ele terminou na terceira colocação com 12.35 pontos, atrás da revelação australiana Joel Parkinson, segundo colocado com 12.85 pontos, e do campeão da bateria Pat O’Connel, que conseguiu 15.90 pontos.

 

O australiano Daniel Wills mandou bem e venceu a quarta bateria com 15.05 pontos. Em segundo, com 14.60 pontos, ficou Phil MacDonald, e em terceiro ficou Nathan Hedge com 8.0 pontos.

 

A quinta bateria está rolando com o carioca Guilherme Herdy, Shea Lopez (EUA) e Jake Paterson (Aus).

 

Em seguida, na sexta bateria, é a vez do catarinense Neco Padaratz, Cory Lopez (EUA) e Taylor Knox (EUA).

 

Rodrigo Dornelles, terceiro colocado no O’Neill Pro realizada na última semana em Portugal, está na sétima bateria, ao lado dos australianos Michael Lowe (Aus) e Shane Powell (Aus).

 

O potiguar voador Marcelo Nunes encara CJ Hobgood (EUA) e o Richard Lovett (Aus) na décima bateria.

 

Já o pernambucano Paulo Moura, na décima primeira bateria, disputa sua vaga contra Taj Burrow (Aus) e o havaiano Shane Dorian (Haw).

 

Peterson Rosa e Flávio Padaratz tentam uma dobradinha verde-amarela contra o

australiano Michael Campbell na décima terceira bateria.

 

Na décima quinta bateria é a vez de Fábio Gouveia entrar na água. Ele pega Damien Hobgood (EUA) e Maz Quinn, da Nova Zelândia.

 

Renan Rocha disputa a última bateria do dia contra os australianos Keiren Perrow e Beau Emerton (Aus).

 

Na última quarta-feira (04/09), o furacão Hernan trouxe ondas de até 12 pés, cerca de 4 metros, para Lower Trestles.

 

O surfista Mike Parsons, diretor de provas do evento, analisou durante bastante tempo as condições do mar e supervisionou a construção do palanque.

 

“Surf há 25 anos em Trestles e este é um dos melhores mares que já vi aqui”, concluiu  Parsons.

 

Baseado na previsão do site Surfline, a competição foi programada para que a data da prova coincidisse com a passagem do furacão pela costa norte-americana.

 

O surfista que mandar a manobra mais inovadora do dia leva um prêmio extra de US$ 2 mil, fornecido pela Oakley, totalizando US$ 10 mil no final da competição.

 

Os surfistas voadores também terão um dia exclusivo para arriscar nos aéreos. A final do Billabong/Boost Air Show, vai acontecer antes da bateria final da competição e também distribuirá US$ 10 mil até o encerramento da prova.

 

As baterias preliminares do evento de aéreos rolam no sábado (07/09) na praia de Salt Creek, em Dana Point.

 

No total, a competição distribui US$ 250 mil, sendo que o campeão da etapa leva US$ 30 mil, além de um jeep Wrangler no valor de US$ 16,275.

Na quarta-feira (11/09) acontece a cerimônia “Freedom Paddle-Out”, uma homenagem às pessoas falecidas em tragédias no último ano, e todos os surfistas, bem como o público foram convidados a participar.

 

Confira as baterias do evento:

 

H1: Luke Egan (Aus); Kelly Slater (USA); Paul Canning (AfrS)
H2: Kalani Robb (Haw); Lee Winkler (Aus); Darren O’Rafferty (Aus)
H3: Joel Parkinson (Aus); Pat O’Connell (EUA); Victor Ribas (Bra)
H4: Danny Wills (Aus); Nathan Hedge (Aus); Phil MacDonald (Aus)
H5: Shea Lopez (EUA); Jake Paterson (Aus); Guilherme Herdy (Bra)
H6: Cory Lopez (EUA); Taylor Knox (EUA); Neco Padaratz (Bra)
H7: Michael Lowe (Aus); Shane Powell (Aus); Rodrigo Dornelles (Bra)
H8: Andy Irons (Haw); Trent Munro (Aus); Bruce Irons (Haw)
H9: Mark Occhilupo (Aus); Dean Morrison (Aus); Shane Beschen (EUA)
H10: CJ Hobgood (EUA); Richard Lovett (Aus); Marcelo Nunes (Bra)
H11: Taj Burrow (Aus); Shane Dorian (Haw); Paulo Moura (Bra)
H12: Sunny Garcia (Haw); Nathan Webster (Aus); Luke Hitchings (Aus)
H13: Peterson Rosa (Bra); Flavio Padaratz (Bra); Michael Campbell (Aus)
H14: Mick Fanning (Aus); Greg Emslie (AfrS); Russell Winter (Ing)
H15: Damien Hobgood (EUA); Fabio Gouveia (Bra); Maz Quinn (NZ)
H16: Keiren Perrow (Aus); Renan Rocha (Bra); Beau Emerton (Aus)

 

Para obter mais informações sobre a competição, visite os sites http://www.boostmobilepro.com/ ou www.aspworldtour.com .

Michelle des Bouillons desceu uma onda de quase 25 metros em Nazaré e pode entrar para a história como a mulher que surfou a maior de todos os tempos. Em entrevista exclusiva ao Waves, ela conta como chegou até aqui.

De Bells Beach a Raglan, Brasil vive quatro etapas de domínio histórico: vitórias, finais, nota 10 e os quatro primeiros do ranking mundial com a mesma bandeira.

Mais de cinquenta anos de câmera na mão: do Píer de Ipanema a Pipeline com Gerry Lopez, de Bob Marley no Havaí aos Rolling Stones no Maracanã. Fernando “Fedoca” Lima viveu e fotografou tudo isso. Agora reúne tudo em um livro.

Maior onda já surfada por uma mulher no Brasil é registrada por Michaela Fregonese durante swell histórico em Jaguaruna (SC)