Pier de Atlântida

Terral de outono

Este é um ano bastante atípico no litoral do Rio Grande do Sul.

 

Estamos acostumados a ver as grandes ondulações de Sul acertar em cheio nossa costa, com grandes ressacas e condições complicadas para o surf, além dos fortes ventos.

 

Mas, desta vez, vivemos meses de ouro.

 

Muitos dizem que este é o melhor outono nos últimos anos. Boas ondulações, vento terral, período alto, consistência e altas ondas.

 

Esta tem sido a rotina do surfista gaúcho nesses últimos meses. 

 

Picos conhecidos da galera como os piers de Tramandaí e Atlântida têm funcionando em condições clássicas em vários dias da semana para a alegria geral da galera.

 

O pessoal aproveita ao máximo, se divertindo e estando sempre em harmonia com a natureza e o mar.

 

Fiz um registro de um desses dias mágicos aqui no Sul do país, onde o vento terral e o bom tamanho das ondas proporcionam um verdadeiro parque de diversões no píer de Atlântida, Xangri-lá.

Michelle des Bouillons desceu uma onda de quase 25 metros em Nazaré e pode entrar para a história como a mulher que surfou a maior de todos os tempos. Em entrevista exclusiva ao Waves, ela conta como chegou até aqui.

De Bells Beach a Raglan, Brasil vive quatro etapas de domínio histórico: vitórias, finais, nota 10 e os quatro primeiros do ranking mundial com a mesma bandeira.

Mais de cinquenta anos de câmera na mão: do Píer de Ipanema a Pipeline com Gerry Lopez, de Bob Marley no Havaí aos Rolling Stones no Maracanã. Fernando “Fedoca” Lima viveu e fotografou tudo isso. Agora reúne tudo em um livro.

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