Terceira rodada na água

O swell abaixou um pouco nesta quinta-feira, mas as condições do mar em La Jolla continuam alucinantes, com tubos e paredes perfeitas de até 1,5 metros.

 

Assim, a organização do Rip Curl Pro Search deu início à terceira rodada da competição, que tem prazo até 1 de julho para ser concluída no México.

 

O Brasil segue na disputa com três representantes, Adriano de Souza, Jihad Khodr e Peterson Rosa.

 

Mineirinho foi o único a vencer na estréia e avançar direto, enquanto Jihad e Rosa garantiram a permanência na repescagem.

 

A terceira fase é eliminatória e terá duelos emocionantes na corrida pelo título do Rip Curl Pro, que até agora vem sendo sucesso absoluto entre os tops do WCT. Muitos afirmam que La Jolla é a melhor onda do tour este ano.

 

O veterano Peterson Rosa é o primeiro a competir e encara o australiano Taj Burrow na primeira bateria da rodada. A nona bateria tem o jovem convidado Jihad contra o tricampeão mundial Andy Irons.

 

Adriano de Souza é o último brazuca a cair na água e pega o aussie Joel Parkinson na 11ª disputa. Outras baterias que prometem muita ação marcam a rodada: CJ Hobgood pega Pancho Sullivan no sexto confronto.

 

Mark Occhilupo mede forças com Phill MacDonald num duelo de pesos pesados na sétima bateria. E Kelly Slater e o campeão mundial Junior Kekoa Bacalso, do Hawaii, colocam experiência e juventude lado a lado na oitava bateria.

 

Eliminados na repescagem, Yuri Sodré, autor do primeiro 10 da prova, Pedro Henrique, Raoni Monteiro, Marcelo Nunes, Paulo Moura e Victor Ribas encerraram a participação no Rip Curl Pro na 33ª colocação, com 225 pontos e US$ 3,6 mil em prêmios.

 

A transmissão ao vivo tem início às 8 horas no México (10 horas no horário de Brasília).

Michelle des Bouillons desceu uma onda de quase 25 metros em Nazaré e pode entrar para a história como a mulher que surfou a maior de todos os tempos. Em entrevista exclusiva ao Waves, ela conta como chegou até aqui.

De Bells Beach a Raglan, Brasil vive quatro etapas de domínio histórico: vitórias, finais, nota 10 e os quatro primeiros do ranking mundial com a mesma bandeira.

Maior onda já surfada por uma mulher no Brasil é registrada por Michaela Fregonese durante swell histórico em Jaguaruna (SC)

Doutor Guilherme Vieira Lima, explica como a estabilidade do core define a potência das manobras e protege o corpo de lesões crônicas.