Teco Padaratz volta com tudo às competições

#O surfista catarinense Teco Padaratz volta às competições do segundo semestre com gás total.

Após a perna australiana do WCT e WQS, Padaratz e Pedro Norberto, atletas patrocinados pela Tropical Brasil, partiram para Grajagan, Indonésia, para fazer fotos para seu patrocinador.

Durante essa trip, Teco foi picado pelo mosquito que transmite malária. Dez dias depois, ele teve que disputar a etapa do Circuito Mundial no Tahiti. O surfista começou a sentir febre e no meio de sua bateria no terceiro round saiu da água já debilitado.

Segundo Davi Husadel, um dos sócios da Tropical Brasil, no dia seguinte Teco foi para o hospital e ficou internado por longos oito dias.

O surfista não competiu em Fiji e nem na África do Sul, pois voltou ao Brasil para se tratar e fazer fisioterapia.

Padaratz já voltou a pegar onda em Florianópolis e no início de agosto viaja para Europa, onde disputa etapas do WQS e WCT.

De acordo com Husadel, Teco comentou que ainda não está 100% fisicamente. Mas, como ficou um longo tempo sem surfar, a fissura é muito grande para voltar ao mundo do WCT.

Michelle des Bouillons desceu uma onda de quase 25 metros em Nazaré e pode entrar para a história como a mulher que surfou a maior de todos os tempos. Em entrevista exclusiva ao Waves, ela conta como chegou até aqui.

De Bells Beach a Raglan, Brasil vive quatro etapas de domínio histórico: vitórias, finais, nota 10 e os quatro primeiros do ranking mundial com a mesma bandeira.

Mais de cinquenta anos de câmera na mão: do Píer de Ipanema a Pipeline com Gerry Lopez, de Bob Marley no Havaí aos Rolling Stones no Maracanã. Fernando “Fedoca” Lima viveu e fotografou tudo isso. Agora reúne tudo em um livro.

Maior onda já surfada por uma mulher no Brasil é registrada por Michaela Fregonese durante swell histórico em Jaguaruna (SC)