Va'a

Te Aito 2016

No último sábado (30), Papeete, no Taiti, foi palco de mais uma edição da Te Aito, uma das mais importantes provas de V1 do mundo, contando com a participação de 696 remadores representando 61 países. Uma super competição que contou com massiva participação popular e uma espetacular transmissão ao vívo. Não por acaso, o Va’a é o esporte nacional da Polinésia Francesa.

O Brasil foi representado por quatro ateltas: Carlos Ribeiro “Chinês”, Massimo Novello, Marcelo Lins e Marcelo Bosi, que competiram na categoria Master. Chinês foi quem obteve o melhor resultado, terminando a competição na 95ª colocação.

“Acredito que faltou um pouco de experiência no downwind, que foi metade do percurso de 14 km. No Brasil ainda estamos implementando a V1, então, acredito que a tendência é a de conquistar melhores resultados nas próximas edições da prova, uma vez que a categoria está se tornando cada vez mais popular”, disse Marcelo Lins sobre a prova em entrevista à Redação SupClub.

A prova foi vendida pelo taitiano Kevin Ceran-Jerusalemy, que conquistou sua terceira taça na história da competição, no entanto, o campeão teve que remar forte para conseguir superar as fortes investidas do jovem Revi Thon Cante ao longo da disputa e que, inclusive, chegou a ultrapassá-lo em alguns momentos.

Na reta final, porém, Kevin abriu uma distância de mais de 80 metros à frente de seus adversários, conquistando a vitória de maneira contundente. Ele dedicou sua vitória ao seu pai, também remador, mas que não pôde comparecer à competição.

Entre as mulheres, a briga pelo título ficou entre cinco canoas, que desde a largada se distanciaram das demais competidoras. A taitiana Hinatea Bernadino, no entanto, manteve-se na liderança até cruzar a linha de chegada. Marguerite Temaiana, também do Taiti, veio na segunda colocação seguida pela neozelandeza Rosi Rei em terceiro lugar.

Esa é a oitva vitória de Hinatea Bernadino na Te Aito, resultado que a iguala a Nicole Clark em número de vitórias na competição.

Confia os resultados completos AQUI.

Michelle des Bouillons desceu uma onda de quase 25 metros em Nazaré e pode entrar para a história como a mulher que surfou a maior de todos os tempos. Em entrevista exclusiva ao Waves, ela conta como chegou até aqui.

De Bells Beach a Raglan, Brasil vive quatro etapas de domínio histórico: vitórias, finais, nota 10 e os quatro primeiros do ranking mundial com a mesma bandeira.

Maior onda já surfada por uma mulher no Brasil é registrada por Michaela Fregonese durante swell histórico em Jaguaruna (SC)

Doutor Guilherme Vieira Lima, explica como a estabilidade do core define a potência das manobras e protege o corpo de lesões crônicas.