Aloha

Taiu volta ao mar

Documentário exibe Taiu Bueno no stand up paddle . Foto: Arquivo pessoal.

O Instituto Querô gravará o documentário Aloha sobre o surf adaptado no litoral paulista nos próximos dias 16, 17 e 18 de junho no Guarujá (SP).

 

O filme marca o retorno de um dos maiores nomes do surf nacional às ondas, Octaviano Bueno, o Taiu, que não pega onda desde o acidente que o deixou paraplégico em 1991.

 

Com o avanço tecnológico do surf e os novos equipamentos disponíveis no mercado, uma prancha especial será produzida para o seu retorno ao mar, por meio da prática de Stand up.

 

O filme ainda destaca a história de personagens que por meio do surf encontraram a superação para os desafios de suas vidas.

 

Na barca estão os surfistas adaptados Henrique Saraiva, Valdemir Pereira, entre outros, acompanhados pelos atletas Jojó de Olivença e Jair de Oliveira.

 

Durante os intervalos das quedas, o grupo de surfistas apresentam de maneira descontraída suas histórias e seus sentimentos sobre o esporte.

 

A liberdade que o mar oferece para esses personagens, seus sonhos, suas alegrias e tristezas serão apresentadas durante o documentário. A proposta do projeto é que este não seja um filme bad trip, mas sim uma história que fala sobre o surf, alma e ondas.

Aloha é um projeto desenvolvido pelos jovens das Oficinas Querô, que tiveram seu roteiro premiado pelo edital do Ministério da Cultura e depois da finalização será exibido em mais de 40 emissoras de TV do país. A produção é uma realização dos jovens em parceria com a Querô Filmes, braço de produções do Instituto Querô.

Sobre o projeto Oficinas Querô
Uma iniciativa capaz de transmitir valores éticos, despertar talentos, ampliar possibilidades no mercado de trabalho, incentivar o empreendedorismo e criar uma rede de proteção para jovens em situação de risco. Tudo isso somado à sétima arte, resultou na criação de uma das mais evidentes portas de transformação da sociedade, na Baixada Santista: as Oficinas Querô.

A ideia nasceu em 2005, a partir da composição do longa-metragem Querô, uma adaptação da obra de Plínio Marcos para o cinema dirigida por Carlos Cortez, onde a equipe de produção do filme selecionou adolescentes da região, para atuarem como protagonistas da história.

 

Para que esses jovens pudessem deixar de lado a cicatriz causada pela falta de oportunidade, a produtora Gullane Entretenimento, em parceria com a Prefeitura de Santos, o SESC-Santos e a Universidade Católica de Santos, apoiada pelo Unicef, Fundação Abrinq e Associação Comunidade de Mãos Dadas, resolveu transformar esse filme em um novo projeto. O primeiro passo foi permitir que o elenco conhecesse um novo nicho mercadológico.

 

Aos poucos, o projeto foi tomando forma e as antigas aulas de expressão corporal, capoeira e interpretação, abriram espaço para o desenvolvimento de novas habilidades, que envolviam desde conhecimentos técnicos até o desenvolvimento crítico dos jovens. Tolerância, violência, relações familiares, amizades e medos foram alguns dos temas discutidos durante o processo.

 

E é com essa força que o projeto, que se tornou Instituto Querô em 2008, vem sendo recebido pela população na região e em todo o Brasil. Hoje, já são mais de 250 garotos e garotas formados pelas oficinas. Eles atuam em filmes, produzem seus próprios roteiros e alguns já executam os seus primeiros trabalhos profissionais em uma produtora social, a Querô Filmes.

 

Para obter mais informações sobre o projeto, acesse o site Oficinas Querô ou entre em contato pleo telefone (0xx13) 3233-7084

 

Michelle des Bouillons desceu uma onda de quase 25 metros em Nazaré e pode entrar para a história como a mulher que surfou a maior de todos os tempos. Em entrevista exclusiva ao Waves, ela conta como chegou até aqui.

De Bells Beach a Raglan, Brasil vive quatro etapas de domínio histórico: vitórias, finais, nota 10 e os quatro primeiros do ranking mundial com a mesma bandeira.

Mais de cinquenta anos de câmera na mão: do Píer de Ipanema a Pipeline com Gerry Lopez, de Bob Marley no Havaí aos Rolling Stones no Maracanã. Fernando “Fedoca” Lima viveu e fotografou tudo isso. Agora reúne tudo em um livro.

Maior onda já surfada por uma mulher no Brasil é registrada por Michaela Fregonese durante swell histórico em Jaguaruna (SC)