Histórias de pescador

Tainha dos ovos de ouro

A temporada de pesca da tainha começou no último dia 15 de maio e vai até o dia 15 de julho no litoral catarinense. Durante estes dois meses, quase todas as praias do estado fecham para a prática do surf e de outros esportes aquáticos.

 

Os pescadores dizem que surfistas e turistas espantam os peixes. Os surfistas querem aproveitar o mar e suas ondas, maiores e melhores durante o inverno. Com estes interesses conflitantes, os atritos e as agressões, infelizmente, são bem comuns.

Como surfista, já tive que correr de pescador, já entrei em diversas discussões e até surfei quando não podia, só para pegar duas ondas e sair correndo. Mas, muitas pessoas se deram mal, apanharam feio e até foram ameaçadas com facão.

 

Outras tiveram pranchas apreendidas ou quebradas porque tentaram entrar no mar. Pensando nisso, resolvi seguir o velho ditado: “se não pode vencê-los, junte-se a eles”. Passei a conviver com os pescadores e, admito, comecei a admirar o trabalho e a dura vida da pesca.

 

Além, é claro, de entender um pouco mais do outro lado da história, que envolve um grupo grande que vive e depende das tainhas para sobreviver.

 

Jairo Dadá Souza fez uma reportagem sobre a pesca da tainha no Sul e os conflitos entre surfistas e pescadores. Para ler a matéria na íntegra, acesse o blog SurfOnLine.


Michelle des Bouillons desceu uma onda de quase 25 metros em Nazaré e pode entrar para a história como a mulher que surfou a maior de todos os tempos. Em entrevista exclusiva ao Waves, ela conta como chegou até aqui.

De Bells Beach a Raglan, Brasil vive quatro etapas de domínio histórico: vitórias, finais, nota 10 e os quatro primeiros do ranking mundial com a mesma bandeira.

Maior onda já surfada por uma mulher no Brasil é registrada por Michaela Fregonese durante swell histórico em Jaguaruna (SC)

Doutor Guilherme Vieira Lima, explica como a estabilidade do core define a potência das manobras e protege o corpo de lesões crônicas.